A execução movida para cobrar R$ 353,7 mil do ex-vereador de Cuiabá, Lutero Ponce de Arruda, condenado por participação em esquema de contratação simulada de serviços na Câmara de Cuiabá, foi suspensa após a Justiça não localizar bens passíveis de penhora em nome dos condenados.
Lutero foi condenado ao lado de outros três réus, pelos fatos ocorridos em 2008.
Na decisão, assinada pelo juiz Bruno D’Oliveira Marques, da Vara Especializada de Ações Coletivas, o magistrado acolheu pedido do Ministério Público do Estadual (MPE) e determinou a paralisação do processo por um ano. O despacho foi publicado na terça-feira (31).
Se nesse período não surgirem bens localizáveis, a execução pode permanecer arquivada até eventual retomada por novos meios de cobrança.
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