O líder do Governo na Assembleia, deputado Dilmar Dal’Bosco (União), defendeu que o partido tenha uma candidatura própria ao Governo de Mato Grosso para fortalecer e ampliar sua representação política.

“É claro que é mais viável [ter candidatura própria]. Até porque ela ajuda mais. O meu sonho seria ter uma candidatura viável do União Brasil a presidente da República. Depois, a Governo, porque isso ajuda o partido, ele cresce”, disse.
Hoje, o União Brasil vive um impasse interno sobre a escolha do nome que vai apoiar na disputa pela sucessão do Palácio Paiaguás.
O senador Jayme Campos se apresentou como pré-candidato do partido, mas o governador Mauro Mendes, que é presidente estadual do União, já declarou seu apoio ao projeto do vice-governador Otaviano Pivetta, que é pré-candidato pelo Republicanos.
Lideranças do partido tem se dividido entre aqueles que defendem o nome de Jayme na disputa e aqueles que querem Pivetta como nome central do grupo.
Dilmar lembrou da experiência vivida ainda na época do PFL, quando a legenda ganhou força com a candidatura de Mauro Mendes ao Governo do Estado, em 2018.
De acordo com o parlamentar, o resultado daquela eleição comprovou o impacto positivo de uma candidatura própria no partido.
Ele ressaltou que a presença de um nome competitivo estimula o engajamento interno e atrai novas lideranças.
“Na vinda do governador Mauro Mendes para disputar em 2018 pelo nosso partido, o partido cresceu. Depois tivemos um governador, um senador, quatro deputados estaduais e dois deputados federais”, afirmou.
Diálogo interno
Sobre o cenário atual, Dilmar cobrou que o diálogo dentro do União Brasil sobre a escolha para Governo precisa ser intensificado. Segundo ele, até o momento houve apenas uma reunião para tratar do tema, onde nada ficou acertado definitivamente.
“O governador sinalizou que ele, pessoalmente, tem interesse na candidatura do Otaviano Pivetta. Mas também não descartou a possibilidade do Jayme viabilizar uma candidatura ao Governo ou ao Senado dentro do União Brasil”, afirmou.
“Tendo essa condição, lógico que nós vamos levar para o diretório e, se for preciso, para a convenção. Mas acredito que nós vamos ter o diálogo e buscar o encaminhamento para a disputa”.
Veja vídeo:
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