O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) afirmou que fará gestão para que Cuiabá e a região metropolitana tenham “modal de transporte o mais moderno possível”. O tema tem sido motivo de críticas da população por causa do atraso das obras do BRT (Ônibus de Trânsito Rápido).

Atualmente, o Governo do Estado está em análise se adapta o modal de transporte em construção em Cuiabá e Várzea Grande para o Bonde Urbano Digital (BUD) ou se mantém a via atual com pista exclusiva para ônibus do BRT.
“Uma coisa eu posso dizer para vocês: vai ter USB em todas as poltronas, em todas as cadeiras. Vai ter Wi-Fi nos ônibus ou bonde. Vai ter climatização, ar-condicionado”, disse à imprensa.
O governador observou ainda que o novo modal a ser definido pela sua gestão “vai ter estação acessível para todas as pessoas que vão usar transporte coletivo”.
Ele disse que o tema está em sua análise como prioridade e que uma equipe do Governo já esteve recentemente em Curitiba, onde já foi implantado o BUD. Os técnicos do Estado avaliaram a iniciativa, como uso de meio de transporte.
O BUD foi implantado em Curitiba e é fabricado pela empresa chinesa CRRC. O modal é guiado no asfalto por indução magnética, alcança até 70 km/h, tem 30 metros de comprimento, ar-condicionado e capacidade para 280 passageiros.
Pivetta esteve em Curitiba no ano passado com o governador Ratinho Jr. para conhecer a tecnologia, suas características e funcionamento.
Dúvidas a esclarecer
Pivetta também destacou que há algumas dúvidas sobre o modal BUD que precisam ser respondidas. O governador descreveu que por isso o Governo reúne informações para ter como tomar a decisão mais acertada.
“Nós temos todo o levantamento feito com o orçamento do sistema de ônibus elétrico. Nós estamos analisando biodiesel e também o bonde. Não sei se é o BUD”, afirmou.
“Nós queremos isso. Mas nós vamos fazer isso com responsabilidade, enquanto terminam as obras”, argumentou.
As avaliações incluem qual a melhor tecnologia a ser utilizada e o tipo de combustível a ser usada na operação futura do modal, para não ficar defasada.
“Agora se vai ser bonde, se vai ser ônibus elétrico, ser biodiesel, ou até etanol... Tudo pode acontecer porque a evolução das tecnologias elas são de uma velocidade tremenda e a gente está de olho em todas as possibilidades”, explicou Pivetta.
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