O senador Wellington Fagundes (PL) descartou qualquer possibilidade de abrir mão da pré-candidatura ao Governo de Mato Grosso e afirmou que sua entrada na disputa pelo Palácio Paiaguás já está definida dentro do partido.

A declaração foi feita durante entrevista ao programa Direto ao Ponto, da rádio Jovem Pan, ao ser questionado se precisaria do aval do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para seguir com o projeto eleitoral e se tinha pretensão de recuar do pleito.
“Claro que não, isso já está definido pelo partido. Sou o primeiro colocado nas pesquisas, bem disparado, e tenho confiança nisso”, afirmou.
Apesar de citar seu bom desempenho nas pesquisas de intenção de voto que foram divulgadas até o momento, Wellington ponderou que o resultado dos levantamentos não garante vitória antecipada.
“Pesquisa é importante, mas essa história de sapato alto e querer ganhar eleição antes da hora não dá certo”, disse.
Ele, no entanto, ressaltou sua experiência política como um dos fatores que consolidam seu nome na disputa eleitoral e afirmou estar preparado para governar o Estado.
“Tenho experiência, estou me preparando, cada dia aprendo mais, estudo, tenho uma excelente equipe. Ninguém governa sozinho”, afirmou.
O senador ainda citou o cenário político envolvendo aliados e adversários, reforçando que o PL deve resolver suas indefinições internas de forma organizada.
“Vamos resolver os problemas internos, em família, como dizem. Depois que as candidaturas forem definidas, vamos marchar firme”.
Visita a Bolsonaro
Durante a entrevista, o senador também comentou sobre a visita marcada com o ex-presidente Jair Bolsonaro, no dia 7 de março. Segundo ele, a conversa deve girar em torno da política nacional e do futuro do campo conservador.
Wellington afirmou que pretende manifestar apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), a quem chamou de nome preparado para liderar o país. No cenário estadual, ele disse que iria reforçar o seu projeto ao ex-presidente.
“Estou preparado, conheço a política do Brasil, conheço parte do mundo, sei o que é fazer uma política de agregação. E é isso que vou conversar com Bolsonaro, o que nós podemos construir no Brasil com Flávio Bolsonaro e em Mato Grosso”.
Veja vídeo:
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