Cuiabá, Quarta-Feira, 25 de Fevereiro de 2026
"EU NÃO SOU CIUMENTA"
25.02.2026 | 14h00 Tamanho do texto A- A+

Como Fernanda Lima lida com o assédio em cima do marido

Casada com Rodrigo Hilbert, Fernanda Lima revela como encara o sucesso que o marido faz com o público feminino

Reprodução/Instagram

Ilustração

AILIM CABRAL
DO METRÓPOLES

Na última terça-feira (24/2), a apresentadora Fernanda Lima, 48 anos, foi questionada por uma internauta sobre como lida com toda a atenção recebida pelo marido, Rodrigo Hilbert, 45. Ele tem fama de ser o famoso “homão”, além de bonito, é carinhoso e dedicado aos filhos e parecer ser capaz de fazer todos os reparos e construções dentro de casa, além de cozinhar bem. Todas essas características o colocam como o ideal masculino nas redes.

 

A apresentadora, sempre muito aberta sobre questões de relacionamento e sexualidade, afirmou que a única maneira de lidar tanto com as brincadeiras quanto com toda a tenção que o marido recebe é com leveza. Ela foi direta na resposta:

 

“Com humor. Eu não sou ciumenta. Se eu for ciumenta, o quê? Eu nem acordo. Nem saio de casa”, brincou.

 

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O momento aconteceu em uma entrevista ao apresentador Marcelo Tas, que deu seguimento ao assunto questionando se ela por acaso não teria “um porrete escondido”. Casada desde 2002 e dividindo três filhos com Rodrigo, os gêmeos João e Francisco, de 16 anos, e a caçula Maria Manoela, de 5 anos, ela comentou que o casal alcançou um estado de maturidade e respeito.

 

“Eu acho que a gente já passou, na nossa juventude, por grandes desafios. Imagina. E estamos aqui. É uma nova fase, mais madura, em que os dois sabem os riscos que a gente tem. Então, a gente não quer botar em risco tudo o que a gente construiu e o que a gente ainda tem para fazer”, completou.

 

Apesar da tranquilidade e bom humor, Fernanda confessa que é inevitável não sentir ciúmes em determinadas situações. “Se eu ver uma cena, sei lá, se eu ver o Rodrigo paquerando alguém, é claro que eu vou ter ciúmes, é claro que eu vou me sentir insegura. E isso, todos nós estamos sujeitos. Mas a gente não faz esse tipo de jogo porque ele é muito perigoso. Então, a gente se respeita”, afirmou.

 




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