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02.04.2025 | 14h00 Tamanho do texto A- A+

Príncipe Harry enfrenta nova crise após deixar ONG

Na semana passada, Harry anunciou que tomou a "decisão devastadora" de renunciar a seu cargo na ONG

Reprodução/YouTube/Netflix

Ilustração

DO UOL SPLAH

Príncipe Harry está envolvido em uma nova crise após deixar seu cargo de patrono na ONG Sentebale, que fundou ao lado do príncipe Seeiso, do Lesoto. Ele enfrenta uma série de acusações da presidente da organização, Sophie Chandauka, com quem teve um desentendimento.

 

Na semana passada, Harry anunciou que tomou a "decisão devastadora" de renunciar a seu cargo na ONG.

 

O príncipe Seeiso e todo o conselho administrativo também deixaram a organização.

 

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A Sentebale foi fundada por Harry e Seeiso em 2006, em memória a suas mães. A ONG, que cuida de jovens e crianças afetados pela AIDS na África, foi criada por Harry para "manter o legado" da princesa Diana Spencer, que também fazia campanhas em prol dos atingidos pela doença.

 

Segundo fontes, Chandauka teria causado sérios problemas financeiros à organização.

 

À revista People, uma fonte afirmou que a Sentebale tinha uma condição financeira estável antes de Chandauka assumir o cargo de presidente do conselho, o que mudou durante seu mandato. Ela teria gasto grandes quantias sem a aprovação do conselho, além de ter tido problemas com grandes financiadores.

 

Ela se recusou a renunciar ao cargo e entrou com uma ação judicial para evitar fazê-lo. Em fevereiro, o conselho teria pedido formalmente que ela renunciasse à presidência, o que ela teria recusado. Eles, então, votaram pela renúncia dela, mas Chandauka entrou com uma ação.

 

Para evitar que mais gastos prejudicassem a organização em meio a uma batalha judicial, o conselho, Harry e Seeiso decidiram deixá-la. O caso é investigado pela Comissão de Caridades no Reino Unido.

 

Chandauka, porém, acusa Harry de tentar encobrir acusações de bullying e assédio na organização. Ela diz que Harry tenta há meses expulsá-la da organização e teria, inclusive, atrapalhado negociações com patrocinadores para prejudicar seu mandato. Nesse meio tempo, ela teria sofrido com bullying, assédio e misoginia.

 

Ela também teria recebido uma mensagem "imperiosa" e "desagradável" do príncipe após se recusar a defender Meghan. O episódio teria acontecido após um jogo de polo beneficente em que Meghan foi filmada pedindo para Chandauka sair do lado de Harry e se posicionar ao lado dela para uma foto. O vídeo repercutiu mal nas redes sociais.

 

Sophie diz que se recusou porque não queria que a ONG virasse uma "extensão das relações-públicas dos Sussex".

 

Inicialmente, ela teria sido procurada pela equipe do príncipe, que pediu que ela se manifestasse a favor de Meghan. Com a recusa, Harry enviou uma mensagem para a presidente exigindo que ela "se explicasse".

 

Chandauka também diz que a organização enfrentou problemas porque ninguém tinha coragem de contrariar Harry. Ele teria interferido em reuniões e incluído pessoas no conselho sem a autorização de outros membros, sem ser confrontado por isso. A decisão de Harry de abandonar as funções na família real também teria custado patrocínios à instituição.

 

Segundo um amigo, Harry está "de coração partido" com as acusações de Sophie.

 

"Ele está muito chateado, magoado, ferido com o que está sendo dito sobre ele. É cedo para dizer se ele simplesmente vai deixar Sentebale ou vai tentar recuperá-la. Ele sente como se tivesse um de seus dedos arrancados", disse Alex Rayner ao DailyMail.

 

Fonte: https://www.uol.com.br/splash/noticias/2025/04/02/principe-harry-crise-ong.htm

 




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