Cuiabá, Sábado, 17 de Janeiro de 2026
LUTO NA TV
17.01.2026 | 14h00 Tamanho do texto A- A+

Quem era Erlan Bastos, apresentador que morreu aos 32 anos

Com passagens pela Record e pela TV Meio Norte, o apresentador estava internado e morreu em Teresina, no Piauí

Reprodução

Ilustração

VINICIUS VELOSO
DO METRÓPOLES

Erlan Bastos morreu neste sábado (17), em Teresina, no Piauí. A informação foi confirmada pela colunista Fábia Oliveira, do Metrópoles.

 

Natural de Manaus, ele era radicado no Piauí. O apresentador tinha passagens pela Record, pela TV Meio Norte e era um dos comunicadores mais influentes do estado.

 

Iniciou a carreira e se consolidou como jornalista local em Teresina, com foco no entretenimento e nos bastidores da notícia. No portal Em Off, Erlan Bastos publicava exclusivas e assuntos do momento sobre famosos e celebridades.

 

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Atualmente, o jornalista era apresentador do programa Bora Amapá.

 

Causa da morte

 

O primeiro diagnóstico foi uma tuberculose, que desceu para o estômago. Internado há 15 dias, ele estava intubado, com água no pulmão e os médicos trabalhavam com a possibilidade de um câncer. A causa da morte, entretanto, ainda não foi divulgada oficialmente. A suspeita é que ele tenha sido vítima de uma tuberculose peritoneal.

 

Leia a nota de falecimento na íntegra

 

“Com imenso pesar, nos despedimos de Erlan Bastos, apresentador do Bora Amapá, que chegou há pouco tempo para integrar nossa equipe, mas deixou uma marca profunda e definitiva no jornalismo do estado.

 

Em um período tão breve, Erlan conseguiu o que muitos levam anos para construir: mudou os rumos do jornalismo investigativo e crítico no Amapá. Com coragem, compromisso com a verdade e uma postura firme diante dos fatos, ele deu voz a denúncias, provocou reflexões e fortaleceu o papel do jornalismo como instrumento de fiscalização, justiça e cidadania.

 

Sua presença era intensa, sua fala era direta e seu trabalho, necessário. Erlan não se acomodava. Questionava, investigava e seguia em frente, sempre com o olhar atento às demandas da sociedade amapaense. Sua atuação elevou o debate público e reforçou a importância de um jornalismo independente, responsável e comprometido com o interesse coletivo.

 

A partida inesperada e precoce deixa um vazio imenso, na redação, nas telas, no jornalismo e em todos que acreditam na força da informação como agente de transformação. Mas seu legado permanece vivo: nas reportagens, nas denúncias reveladas, na coragem que inspirou colegas e na consciência crítica que ajudou a despertar.

 

Erlan Bastos parte cedo demais, mas deixa uma história que não será esquecida. Nossa solidariedade à família, aos amigos, aos colegas de trabalho e a todo o povo do Amapá.”




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