O julgamento do caso dos grampos na esfera militar, encerrado na última quinta-feira (07), foi marcado por muita tensão e bate-boca entre defesa e acusação.
As discussões começaram logo no início do julgamento, com o promotor Allan Sidney do Ó Souza batendo boca com o advogado Eurolino Sechinel dos Reis, que fez a defesa do cabo Gerson Correa Júnior.
O promotor realizava sua sustentação oral quando o advogado pediu questão de ordem e solicitou que Allan do Ó, quando se referisse ao cabo Gerson, se dirigisse à defesa e não ao réu. “Não vou perder meu tempo com o senhor. Toda vez é isso”, disse o promotor.
No dia seguinte, foi a vez do promotor se desentender com o advogado Francisco Assis Rego Monteiro Rocha.
Francisco citava uma jurisprudência do Supremo Tribunal Militar (STM), a respeito do perdão judicial, quando o promotor pediu o número dos julgados.
O advogado respondeu: "O senhor pode consultar no Google".
Elevando o tom de voz, o promotor perguntou se o número estava nos autos e pediu para que o advogado não o medisse com a sua régua.
Veja os vídeos abaixo:
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