Ao analisar o desenvolvimento de Lucas do Rio Verde e Várzea Grande ao longo das últimas décadas, não estamos apenas comparando cidades estamos confrontando modelos de gestão pública e, principalmente, resultados concretos entregues à população.
Lucas do Rio Verde construiu uma trajetória de crescimento sólido, sustentado por planejamento, responsabilidade fiscal e visão de futuro. Nesse processo, é impossível não destacar o papel de Otaviano Pivetta, que governou o município por três mandatos. Sua gestão foi marcada por eficiência administrativa, investimentos estruturantes e uma clara prioridade em educação, saúde e desenvolvimento econômico. O resultado é uma cidade referência nacional em qualidade de vida, organização urbana e ambiente favorável aos negócios.( melhor IDH) do estado de Mato Grosso.
Por outro lado, Várzea Grande, apesar de sua localização estratégica na região metropolitana de Cuiabá, acumulou ao longo dos anos gestões marcadas por descontinuidade administrativa, dificuldades estruturais e baixa capacidade de transformação social. Entre seus principais gestores, destaca-se Jaime Campos, que teve a oportunidade de conduzir o Executivo municipal, ( três mandatos também), mas cuja passagem não gerou os avanços estruturais esperados para uma cidade com tanto potencial.
Esse contraste ganha ainda mais relevância no atual cenário político de Mato Grosso. Ao se discutir nomes para o governo do Estado, três figuras aparecem com frequência; Otaviano Pivetta, Jaime Campos e Wellington Fagundes.
Aqui, cabe uma análise objetiva:
. Wellington Fagundes construiu sua trajetória no Legislativo, sem experiência direta na gestão executiva, o que naturalmente levanta dúvidas sobre sua capacidade de conduzir uma máquina pública complexa como a de um Estado.
. Jaime Campos, embora experiente, carrega o histórico de uma gestão que não conseguiu transformar Várzea Grande em uma referência de desenvolvimento, ficando aquém do potencial do município.
- Já Otaviano Pivetta apresenta um diferencial claro; experiência comprovada no Executivo com resultados concretos e mensuráveis. Lucas do Rio Verde não é discurso, é vitrine de gestão.
Quando se compara teoria e prática, discurso e resultado, intenção e entrega, a diferença é evidente. Não se trata apenas de opinião, mas de evidências construídas ao longo do tempo.
Lucas do Rio Verde mostra o que acontece quando há gestão eficiente, planejamento e compromisso com o futuro. Várzea Grande, por sua vez, evidencia os efeitos da falta de continuidade, visão estratégica e execução eficaz.
Diante disso, ao projetar o futuro de Mato Grosso, a escolha deixa de ser apenas política e passa a ser técnica: entre quem já provou que sabe fazer e quem ainda precisa demonstrar.
E, nesse critério, a vantagem de Otaviano Pivetta não é apenas perceptível, é amplamente consolidada.
João Batista de Oliveira é ex-secretário de Governo na gestão Blairo Maggi.
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