Cuiabá, Quinta-Feira, 26 de Março de 2026
MORTE DE NERY
13.05.2025 | 08h50 Tamanho do texto A- A+

Empresária suspeita alega problemas psicológicos e não depõe

Julinere Goulart Bastos foi presa na sexta-feira (9) acusada de ser mandante do crime

Reprodução

Julinere Goulart Bastos, que está presa pela suspeita de ser mandante do crime

Julinere Goulart Bastos, que está presa pela suspeita de ser mandante do crime

PIETRA NÓBREGA
DA REDAÇÃO

O interrogatório da empresária Julinere Goulart Bastos, marcado para esta terça-feira (13), foi adiado após ela alegar problemas psicológicos. Julinere foi presa pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) por suposta participação no assassinato do advogado Renato Nery. 

Ela alegou problemas psicológicos e decidiu permanecer em silêncio, desejo dela

 

Nesta segunda-feira (12), a Polícia Civil chegou a informar que a empresária estaria disposta a colaborar com as investigações. Sua oitiva não tem nova data marcada e segue sem prazo para acontecer. 

 

“Não haverá o interrogatório da Julinere. Ela alegou problemas psicológicos e decidiu permanecer em silêncio, desejo dela. A postura atual contradiz a disposição que demonstrou no momento da prisão, quando afirmou que cooperaria”, informou uma fonte da Polícia.  

 

O companheiro dela, César Jorge Secchi, também é apontado como mandante do crime, mas nega envolvimento e optou por não se manifestar

 

O casal está preso desde a sexta-feira (9) em Cuiabá. A conduta de ambos será analisada em inquérito complementar. 

 

As investigações sobre o assassinato ganharam força com a confissão do policial militar Heron Teixeira Pena Vieira, que admitiu participação no crime. 

 

Ele afirmou que o Alex Roberto Queiroz Silva foi o autor dos disparos.

 

Detalhes do crime  

 

O assassinato ocorreu em julho de 2024, quando o advogado foi atingido na cabeça ao chegar ao escritório em Cuiabá. De acordo com as investigações, Heron Teixeira conseguiu a arma usada no crime e a repassou ao caseiro Alex Roberto, que teria pilotou uma motocicleta Honda Fan até o local e efetuou os disparos. 

 

A Polícia Civil afirmou que o crime foi encomendado por R$ 200 mil, em meio a disputas por terras. Alex e Heron foram indiciados nesta semana por homicídio qualificado (motivado por recompensa e com recurso que impossibilitou a defesa da vítima). 

 

O caso continua sob investigação. 

 

 

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