O governador Mauro Mendes (União Brasil) minimizou o apoio tanto que o presidente Lula (PT) quanto o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) darão a pré-candidatos na eleição deste ano. Para ele, apesar da ajuda eleitoral, ambos não auxiliarão no futuro dos que foram eleitos.

“Apoio não senta na cadeira para governar depois. O apoio do Bolsonaro tem importância, sim, é um grande líder da direita. Mas não vai ser nem Lula, nem Bolsonaro que vai sentar na cadeira e administrar”, disse ele em conversa com a imprensa, nesta semana.
“Ou alguém vai achar que o Bolsonaro vai sair e vai sentar aqui, que o Lula vai sair e vai sentar aqui? É importante, sim, mas não é a pessoa que vai governar o Estado ou governar qualquer município brasileiro”, acrescentou.
Apesar da opinião, ele reforçou que defende uma pré-candidatura do campo político da direita para presidente da República.
O governador fez a afirmação para responder a comentários de bolsonaristas que teriam entendido de forma errada uma outra fala dele, segundo a qual não haveria influência do ex-presidente na campanha eleitoral. Mendes reforçou seu pensamento sobre o papel que cada uma das lideranças nacionais têm no cenário político.
“Quem ganhar a eleição tem que ter competência, tem que ter histórico, tem que ter capacidade, tem que ter honestidade. Tem que ter um monte de coisa, porque é esta pessoa que vai governar”, disse.
Estão na corrida pelo Governo do Estado o atual vice-governador Otaviano Pivetta (Republlicanos) e o senador Welligton Fagundes (PL), ambos com proximidade com Bolsonaro. Ainda a médica Natasha Slhessarenko (PSD), que deve ter o apoio de Lula.
Polarização política
Entre bolsonaristas e lideranças que apoiam o ex-presidente Jair Bolsonaro o discurso e publicação nas redes sociais sobre casos de má gestão e escândalos do presidente Lula funciona como um fator de mobilização política e de seguidores na campanha digital.
Os ataques e defesas de cada lado, entre bolsonaristas e petistas, segundo especialistas e analistas políticos, são combustíveis para retroalimentar a disputa política do bem contra o mal, do certo e do errado, e manter o debate político em evidência.
Veja o vídeo:
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