O deputado estadual Eduardo Botelho classificou como “caminho correto” as declarações do governador Mauro Mendes sobre deixar a convenção da federação União-Progressistas definir sobre a candidatura do senador Jayme Campos ao Governo do Estado.
Na semana passada, Mendes disse que, caso Jayme insista na disputa, a decisão será tomada “voto a voto” dentro do partido.
“Acho que é um caminho correto. Se não tiver acordo, que seja a convenção, com regras claras e aí define”, disse.
Botelho ressaltou, no entanto, que ainda será necessário estabelecer quem terá direito a voto no processo interno.
“Vai ter que criar critérios de quem vai votar nas convenções. São todos que têm mandato? Todos os filiados? Isso precisa ser definido”, afirmou.
“Estamos em uma federação, tem que fazer uma regra que vale para a federação. União e PP estão ligados umbilicalmente, então têm que andar juntos”, acrescentou.

Hoje, a pré-candidatura de Jayme é um impasse dentro do União Brasil. Isto porque Mendes, que é presidente do partido em Mato Grosso, já declarou apoio ao seu vice, Otaviano Pivetta (Republicanos), na disputa pela sucessão do Palácio Paiaguás.
Outras lideranças do partido, como o chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, também acompanham o apoio de Mendes.
Por outro lado, parlamentares ligados a Jayme, como o irmão Júlio Campos, batem o pé defendem que o partido o lance na disputa.
União indefinido
Botelho minimizou a existência de possíveis divisões internas no União. Segundo ele, até o momento, não houve discussão formal sobre o tema.
“O partido não reuniu, não discutiu isso. Ficou combinado que essa discussão seria depois que fechasse a janela partidária”, disse.
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