O senador Wellington Fagundes (PL) elevou o tom ao negar os rumores de que o ex-presidente Jair Bolsonaro poderia pedir que ele abandone o projeto de pré-candidatura ao Governo do Estado.

Em conversa com a imprensa, o senador desmentiu as especulações e afirmou que há lideranças que estão “apostando fazendas” para tentar influenciar na articulação eleitoral em Mato Grosso.
“Nacionalmente, o PL já definiu: é Wellington Fagundes pré-candidato ao Governo e assim vamos trabalhar. Agora, eles querem vender a ilusão, estão apostando fazenda, é muito dinheiro que estão colocando em jogo no custo do voto consciente do eleitor”, afirmou à imprensa.
“Apostando fazendas para dizer que o vice vai ser esse, que o candidato é aquele. Isso é do tempo que eles compravam votos com um par de botinas, com outros objetos”, acrescentou.
Apesar de não citar o rumor, a fala de Wellington também remete a recente especulação de que megaprodutores do agronegócio estariam se articulando para viabilizar o nome da deputada estadual, Janaina Riva (MDB), como vice da chapa encabeçada pelo vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) na disputa pela sucessão do Palácio Paiaguás. Amobs, porém, negaram.
Wellington ainda disse que há uma tentativa de “cooptar” o PL no Estado e de se apropriar da força da direita no Estado.
“Todos os meus mandatos foram pelo PL. Quando o partido foi criado, há 33 anos, eu estava junto. Vivi o Parlamento 24 anos com o Bolsonaro e estou há 12 anos com o Flávio Bolsonaro. Temos uma história construída juntos”, disse.
Direita em Mato Grosso
Sem mencionar diretamente adversários, Wellington deu recado aos políticos que tentam se aproximar da base bolsonarista estando próximo do Governo Federal.
O senador criticou adversários que, segundo ele, mantêm ligação com o Governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PL) e, ao mesmo tempo, tentam espaço na direita mato-grossense.
“Quem já falou mal do Bolsonaro, quem já falou mal da família dele, você acha que ele iria apoiar? Com certeza que não. O Bolsonaro é leal aos amigos e leal ao partido”, disse.
“O partido deles está lá no colinho do Lula e vem querer aproveitar da direita de Mato Grosso? Não vai. O presidente Bolsonaro não vai aceitar. O Flávio Bolsonaro não vai aceitar. Nós do PL não vamos aceitar”, afirmou.
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