O chefe da Casa Civil, Fábio Garcia (União), afirmou que há preocupação no grupo do governador Mauro Mendes (União) com a sucessão estadual e defendeu a continuidade da gestão, citando o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) como nome alinhado ao projeto que já está em curso.

Segundo ele, o receio é de que haja retrocessos após os avanços registrados nos últimos anos.
“Óbvio, é muito difícil a gente consertar algo. Construir a confiança de alguém é muito difícil, construir um lar é muito difícil, mas destruir um lar é muito fácil”, afirmou.
Para ele, o mesmo raciocínio se aplica à administração estadual.
“Recuperar o Estado de Mato Grosso foi uma tarefa árdua, destruí-la pode ser uma tarefa muito fácil”, disse.
A declaração de Garcia ocorre em meio ao impasse na base governista sobre o nome que deverá ser apoiado na sucessão ao Palácio Paiaguás.
Principalmente no União Brasil, as lideranças estão divididas entre aqueles que apoiam o senador Jayme Campos na disputa e aqueles que querem apoiar a pré-candidatura de Pivetta.
O chefe da Casa Civil relembrou o cenário encontrado no início da atual gestão, quando o Estado enfrentava grave crise fiscal. Garcia citou atrasos no pagamento de servidores e fornecedores, além de viaturas paradas por falta de recursos para abastecimento e manutenção.
Ao defender a continuidade na administração do Palácio Paiaguás, Garcia destacou o volume de investimentos que foram feitos no governo de Mendes, que atuou junto com Pivetta para reerguer o Estado. Para ele, é importante manter uma liderança que consiga manter o nível de entrega e que tenha participado do trabalho que foi feito nos últimos oito anos de mandato.
“A gente tem, de fato, preocupação e a gente espera que Mato Grosso possa continuar sendo bem administrado. Para que a gente possa, através dos investimentos, ir melhorando esse Estado a cada dia, dotando esse Estado com mais infraestrutura, dotando as cidades com melhores condições de vida”, disse.
“Tenho certeza que Mato Grosso tem tudo para se tornar, não somente a principal força econômica do Brasil, mas se tornar o melhor Estado do Brasil para se viver. Esse é o grande objetivo”.
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