A deputada federal Gisela Simona afirmou não acreditar que o União Brasil em Mato Grosso ficará enfraquecido com a eventual saída do governador Mauro Mendes do comando do Palácio Paiaguás.

Mendes caminha para o fim do segundo mandato à frente do Governo do Estado e pode deixar o cargo já em abril, caso confirme candidatura ao Senado nas eleições deste ano.
Se isso ocorrer, o União deixará de ter, após oito anos consecutivos, a principal representação no Executivo.
Questionada se a saída do governador poderiam fragilizar o partido ou desestimular filiações, Gisela descartou.
“Não acredito nisso, porque a União Brasil é o maior partido de Mato Grosso, onde temos não só um governador, mas todo um conjunto de senadores, de deputados federais, de deputados estaduais, de vereadores, de prefeitos, de vice-prefeitos, juntos conosco”, afirmou.
Para a parlamentar, a força do partido não está concentrada apenas na figura do chefe do Executivo, mas na capilaridade construída ao longo dos últimos anos em diferentes esferas de poder.
A eventual saída de Mendes marca o encerramento de um ciclo iniciado em 2019, quando o União Brasil, à época ainda sob outra configuração partidária, assumiu o comando do Estado.
Desde então, a legenda consolidou espaço nas principais instâncias políticas de Mato Grosso.
Algumas lideranças do partido defendem que o União lance um candidato próprio ao Governo, visando não perder essa representatividade na política do Estado.
O deputado Júlio Campos foi um dos políticos que disse que o partido pode “entrar em decadência” caso não tenha candidato ao Governo na eleição deste ano.
Sobre o impasse a respeito da candidatura própria, Gisela afirmou que vai apoiar aquilo que for decidido pela maioria.
“Gisela vai caminhar com o partido. Agora, o que o partido vai decidir é como dizem, tem muita água para passar debaixo dessa ponte”, afirmou.
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