Cuiabá, Quarta-Feira, 25 de Fevereiro de 2026
REARRANJO PARTIDÁRIO
25.02.2026 | 14h15 Tamanho do texto A- A+

Gisela nega enfraquecimento do União sem Mendes no Paiaguás

A deputada disse acreditar que o partido vai manter a representatividade no Estado

Victor Ostetti/MidiaNews

A deputada federal Gisela Simona destacou que o partido mantém grande número de eleitos no Estado

A deputada federal Gisela Simona destacou que o partido mantém grande número de eleitos no Estado

VITÓRIA GOMES
DA REDAÇÃO

A deputada federal Gisela Simona afirmou não acreditar que o União Brasil em Mato Grosso ficará enfraquecido com a eventual saída do governador Mauro Mendes do comando do Palácio Paiaguás.

Nós temos não só um governador, mas todo um conjunto de senadores, de deputados, de vereadores, de prefeitos

 

Mendes caminha para o fim do segundo mandato à frente do Governo do Estado e pode deixar o cargo já em abril, caso confirme candidatura ao Senado nas eleições deste ano.

 

Se isso ocorrer, o União deixará de ter, após oito anos consecutivos, a principal representação no Executivo.

 

Questionada se a saída do governador poderiam fragilizar o partido ou desestimular filiações, Gisela descartou.

 

“Não acredito nisso, porque a União Brasil é o maior partido de Mato Grosso, onde temos não só um governador, mas todo um conjunto de senadores, de deputados federais, de deputados estaduais, de vereadores, de prefeitos, de vice-prefeitos, juntos conosco”, afirmou.

 

Para a parlamentar, a força do partido não está concentrada apenas na figura do chefe do Executivo, mas na capilaridade construída ao longo dos últimos anos em diferentes esferas de poder.

 

A eventual saída de Mendes marca o encerramento de um ciclo iniciado em 2019, quando o União Brasil, à época ainda sob outra configuração partidária, assumiu o comando do Estado.

 

Desde então, a legenda consolidou espaço nas principais instâncias políticas de Mato Grosso.

 

Algumas lideranças do partido defendem que o União lance um candidato próprio ao Governo, visando não perder essa representatividade na política do Estado.

 

O deputado Júlio Campos foi um dos políticos que disse que o partido pode “entrar em decadência” caso não tenha candidato ao Governo na eleição deste ano.

 

Sobre o impasse a respeito da candidatura própria, Gisela afirmou que vai apoiar aquilo que for decidido pela maioria.

 

“Gisela vai caminhar com o partido. Agora, o que o partido vai decidir é como dizem, tem muita água para passar debaixo dessa ponte”, afirmou.

 

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