O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), rebateu as declarações do presidente regional do PL, Ananias Filho, que disse que somente a sigla dele seria legitimamente da direita.

Max está de saída do PSB, de centro-esquerda, para se filiar ao Podemos, mais ligado à direita. Ao ser questionador sobre o assunto, disse que “ninguém dos espectros políticos".
“Faz parte do comando dele como presidente do partido, mas eu, particularmente, não concordo com essa opinião. Até porque não vejo que só dentro do PL tenha pessoas que acreditam na direita”, disse.
"A direita, a esquerda, o centro, não pode ter um dono, ninguém é dono da direita, ninguém é dono da esquerda. Quem acredita numa política voltada à esquerda tem que ser respeitado. E, a mesma coisa, os vários atores que trabalham no aspecto de direita", acrescentou.
Além de Max, o deputado Diego Guimarães (Republicanos) e o governador Mauro Mendes, presidente do União Brasil em Mato Grosso, criticaram as declarações de Ananias, em especial pelo debate da polarização no País.
“Mas eleitoralmente isso é muito positivo. É muito bom assumir que o seu partido é o único de direita. Você, eleitoralmente, ganha com isso, porque vai atrair votos", disse Max.
Pré-campanha
O acirramento dos debates entre lideranças políticas marca algumas ações da pré-campanha eleitoral da eleição de 4 de outubro.
E cada dirigente ou líder tende a defender mais as políticas e bandeiras partidárias para conquistar o eleitorado.
Neste ano, o PL tem como pré-candidato ao Governo, o senador Wellington Fagundes. Já o grupo liderado pelo governador Mauro Mendes defende a pré-candidatura do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos). E esse é um dos cenários da disputa entre as lideranças políticas de Mato Grosso.
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