Cuiabá, Quinta-Feira, 12 de Fevereiro de 2026
COMISSÃO BARRADA
12.02.2026 | 14h20 Tamanho do texto A- A+

Maysa diz que “pegou mal” decisão pró-Chico: “Estão criticando”

Ela criticou pedido de investigação arquivado contra vereador alvo de operação da Polícia Civil

Victor Ostetti/MidiaNews

A vereadora Maysa Leão disse que havia

A vereadora Maysa Leão disse que havia "materialidade" nos pedidos de abertura de Comissão Processante contra Chico 2000

VITÓRIA GOMES E GIORDANO TOMASELLI
DA REDAÇÃO

A vereadora Maysa Leão (Republicanos) afirmou que a decisão da Câmara de Cuiabá de barrar a abertura de uma Comissão Processante contra o vereador afastado Chico 2000 (sem partido) “pegou mal” para o Legislativo.

 

Pegou mal para a Câmara, a população tem se manifestado. A gente viu nas redes 

A comissão tinha o objetivo de investigar a conduta de Chico, que foi afastado de suas funções por decisão judicial após ser alvo da Operação Gorjeta, , que apura o desvio de recursos públicos e a prática de peculato, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

 

A votação ocorreu na última terça-feira (9) e terminou com 15 votos contrários à investigação, sete favoráveis e uma abstenção.

 

“Acredito que pegou mal para a Câmara, a população tem se manifestado. A gente viu nas redes sociais que as pessoas ficaram indignadas”, afirmou.

  

“Vou repetir aqui o que já falei reiteradas vezes. Uma comissão processante não é uma condenação prévia. [...] Ninguém estaria dizendo que ele é culpado. Ao não abrir, é como se disséssemos: Não queremos saber”, disse.

 

Chico 2000 é suspeito de estar envolvido no esquema de desvio de recursos públicos e prática de peculato, associação criminosa e lavagem de dinheiro, tendo como vítima o município de Cuiabá, especialmente a Câmara Municipal e a Secretaria Municipal de Esportes.

 

Os pedidos de abertura da Comissão Processante contra o vereador foram apresentados pelo ex-juiz, Julier Sebastião, e pelo jornalista Juliano Rafael Teixeira Enamoto.

 

Ambas representações apontavam possível quebra de decoro parlamentar em razão das acusações que estavam sendo investigadas pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), no âmbito da Operação Gorjeta.

 

Segundo a vereadora, havia elementos suficientes para justificar a apuração formal da denúncia apresentada contra o vereador.

 

“A gente não deve abrir uma comissão processante quando ela for fútil, quando ela não tiver atrelada a ela a materialidade. Nesse caso, a gente tinha um pedido que tinha materialidade atrelada e a gente ia dar ao vereador a possibilidade de defesa”, completou.

 

Veja vídeo:

 

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GETULIO  12.02.26 16h10
Decisão a altura do que ela representa, "Casa dos Horrores" - Tudo certo
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