O governador Mauro Mendes, que é presidente estadual União Brasil, admitiu que o partido enfrenta dificuldade para montar chapas competitivas para as eleições de 2026, especialmente para a disputa proporcional.

Segundo ele, a escassez de nomes dispostos a disputar cargos eletivos tem sido um desafio para todas as siglas.
“Montar uma chapa hoje não está algo fácil, não está simples, não tem tantas pessoas querendo entrar na política como a gente gostaria e seria necessário. Principalmente pessoas que possam vir para contribuir com a política e não usufruir da política. Esse é o desafio de todos os partidos”, afirmou.
No caso do União Brasil em Mato Grosso, a montagem da chapa para deputado estadual é considerada uma das tarefas mais complexas. O partido tem atualmente quatro parlamentares com mandato que devem disputar a reeleição: Júlio Campos, Dilmar Dal Bosco, Eduardo Botelho e Sebastião Rezende.
Nos bastidores, a presença desses nomes fortes tem gerado o que lideranças chamam de “chapa da morte”, cenário que afasta novos candidatos com receio de enfrentar concorrentes com grande votação.
Recentemente o deputado Júlio Campos reconheceu a dificuldade de atrair lideranças para completar a nominata. Segundo ele, muitos potenciais candidatos questionam a viabilidade de entrar em uma chapa com parlamentares que costumam obter entre 35 mil e 40 mil votos nas eleições.
A federação formada entre União Brasil e Progressistas também exige um número elevado de candidatos para a Assembleia Legislativa. A previsão é registrar cerca de 25 nomes, sendo 17 homens e 8 mulheres, mas até agora apenas parte da lista está confirmada.
Diante desse cenário, o partido segue em busca de lideranças regionais e novos quadros para completar a chapa e tentar manter a atual bancada na Assembleia Legislativa nas eleições de 2026.
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