O governador Mauro Mendes (União) criticou as declarações do senador Wellington Fagundes (PL), pré-candidato ao Governo do Estado, sobre pagar a Revisão Geral Anual (RGA) em atraso ao funcionalismo público.

Cálculos de sindicatos de servidores apontam uma defasagem de 19,5% ao longo dos anos. É que nos anos em que ocorreu a pandemia do Covid-19, o Governo Federal desobrigou os Estados de pagar a recomposição.
Em uma publicação nas redes sociais, Fagundes foi perguntado sobre pagar a defasagem. “Dívida tem que ser honrada por qualquer cidadão, imagine o Governo? Tem que dar o exemplo. O meu Governo será um Governo de compromisso com o servidor público [...] portanto honrarei com a RGA”, disse.
Em conversa com a imprensa, nesta nesta quarta-feira (11), Mendes comparou Wellington ao ex-governador Pedro Taques (2011-2014), que fez concessões ao funcionalismo público e saiu da gestão com caixa “no vermelho".
“É engraçado alguns políticos: querem reduzir receita e aumentar despesa, vai quebrar o Estado. Político assim quebra o Estado! Pedro Taques quebrou. O Wellington está tomando o mesmo caminho do Pedro Taques. É isso que ele quer? Quer ser o Pedro Taques dois?”, questionou.
Segundo Mendes, se for pago o passivo apontado pelos servidores, os cofres públicos serão onerados em R$ 4 bilhões.
“Eu já vi um aí que propôs acabar com o Fethab: tirar R$ 3 bilhões de arrecadação. Ah, dá RGA. Põem R$ 4 bilhões de despesa’. No segundo ano de gestão, Mato Grosso está quebrado”, disse.
Wellington deve disputar o Palácio Paiaguás contra o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), que é apoiado por Mendes.
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