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05.04.2026 | 14h05 Tamanho do texto A- A+

“MT escolherá entre crescimento ou voltar tempo da roubalheira"

Adilton Sachetti defende administração de Pivetta como continuidade da gestão eficiente de Mendes

Yasmin Silva/MidiaNews

O presidente do Republicanos afirma que governador Pivetta saberá equilibrar gestão e eleição sem benefício próprio

O presidente do Republicanos afirma que governador Pivetta saberá equilibrar gestão e eleição sem benefício próprio

JONAS DA SILVA
DA REDAÇÃO

O presidente do Republicanos em Mato Grosso, ex-prefeito de Rondonópolis, Adilton Sachetti, defendeu seu principal filiado, o governador Otaviano Pivetta, como o gestor capaz de dar continuidade à administração Mauro Mendes com o ciclo do desenvolvimento do Estado, sem “os tempos da roubalheira”.

O que está acontecendo foi bem feito, traz resultado para a sociedade. É interessante ter a continuidade ou vamos voltar para trás, voltar aos tempos da roubalheira?

 

“O que está acontecendo foi bem feito, traz resultado para a sociedade. É interessante ter a continuidade ou vamos voltar para trás, voltar aos tempos da roubalheira, da ineficiência, da paradeira, onde as coisas não avançavam?”, questionou, em entrevista ao MidiaNews.

 

Sachetti afirmou ainda que Pivetta dará sequência às obras deixadas pelo ex-governador, e deve concluí-las. O trabalho, diz, seria uma missão para contribuir para o desenvolvimento de Mato Grosso, a exemplo do que ele e seu grupo político fizeram em Lucas do Rio Verde, onde Pivetta foi prefeito três vezes.

 

O ex-prefeito de Rondonópolis e ex-deputado federal diz que mesmo com a caneta na mão, o governador saberá fazer a máquina pública rodar e tocar a campanha, de forma equilibrada e sem abusos.

 

“Ele não pode priorizar isso, largar o Estado de lado, ficar com a caneta só fazendo atitudes que o beneficiem politicamente. Ele tem que continuar tocando o Estado com responsabilidade e fazer a campanha”, argumentou Sachetti. 

 

Nesta entrevista, ele também relaciona questões sobre o função das obras públicas como hospitais e escolas como mecanismo de promoção social. E descreve que o eleitor deve fazer uma “avaliação racional” na escolha da eleição em outubro e avaliar as entregas para todos os municípios feitas pela gestão atual do Palácio Paiaguás.

 

O presidente do Republicanos ainda discorda do discurso ideológico de direita de “pura ideologia” da política atual. Para ele, “ser da direita é atitude, postura e direcionamento”. "Direita é olhar para frente. Direita não é o que está se dizendo hoje aí não, que é só ideologia pura". 

 

 

Confira os principais trechos da entrevista (e o vídeo com a íntegra ao final da matéria):

 

MidiaNews – O mote de "continuidade" já foi muito usado no passado e hoje não necessariamente cola. Acha que Pivetta deve seguir por este caminho ou precisa achar um protagonismo próprio?

 

Adilton Sachetti –  Eu acho que nesse momento o nosso Estado passa por um ciclo extraordinário, virtuoso de crescimento e de mudanças em todas as cidades, que estão tendo transformações.

 

O que tem que ser discutido nessa campanha? O que está acontecendo foi bem feito, traz resultado para a sociedade. É interessante ter a continuidade ou vamos voltar para trás, voltar aos tempos da roubalheira, da ineficiência, da paradeira, onde as coisas não avançavam?

 

Não adianta a gente ficar só discutindo ideologia. Ideologia não enche a barriga de ninguém. O que enche a barriga de todo mundo é oportunidade. Temos que trabalhar sempre para ampliar as oportunidades de crescimento do Estado.

 

E oportunidade não só num setor, ampliar os setores econômicos através da industrialização. Esse talvez seja um grande desafio para o próximo governo. Continuar o crescimento, porque tem que industrializar aqui, agregar valor. Eu vejo com toda clareza que essa discussão tem que ser feita. 

 

Não podemos ficar só com tapinha nas costas, só com agrado, só com aquele político que fala bonito, que promete tudo e não entrega. Temos que ter uma análise racional.

 

Vamos continuar o que está aí ou vamos alterar os rumos do país? Vamos continuar aqui no nosso Estado mantendo esse crescimento virtuoso que está aí ou vamos parar e modificar e alterar? 

 

É uma discussão que tem que ser feita com a sociedade com toda a clareza e com isso mudar o sistema de entendimento da política. O que muda a nossa vida é enfrentamento, é direção, é trabalho e é vontade de fazer as coisas. E isso Otaviano tem muito.

Não adianta a gente ficar só discutindo ideologia. Ideologia não enche a barriga de ninguém. O que enche a barriga de todo mundo é oportunidade

 

MidiaNews – O que o governador Otaviano Pivetta pode fazer melhor do que o ex-governador Mauro Mendes fez para a população de Mato Grosso?

 

Adilton Sachetti – Seguir o que o Mauro vinha fazendo. Mato Grosso não pode parar. O Otaviano precisa continuar o trabalho que o Mauro começou. O Mauro tem várias frentes de trabalho que ele abriu, que não estão concluídas e precisam ser concluídas.

 

Um exemplo são os hospitais regionais. Ele começou seis hospitais regionais, um aqui em Cuiabá e mais seis no interior. E tem mais um ainda que foi lançado em Pontes e Lacerda. Então, ele tem que dar sequência a esse trabalho.

 

O investimento em hospital talvez seja a maior promoção social que um governo faz. Porque está dando oportunidade de saúde à pessoa. Esse é um direito básico que a Constituição nos garante hoje. Então tem que dar sequência a isso, dar sequência aos projetos de educação que estão em desenvolvimento.

 

E lá em Lucas Verde, o grande legado que Pivetta deixou foi a educação, que é o primeiro município do nosso Estado no Ideb, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica. Então, ele tem sim que dar sequência a esses trabalhos.

 

E não esquecer também de dar condição para as pessoas melhorarem suas vidas através de residência, através da promoção social. Isso muda a vida das pessoas. São pequenos detalhes que podem contribuir muito. Eu vejo o Pivetta muito focado em entregar uma prestação boa de serviço para a sociedade. 

 

 

MidiaNews – Qual deve ser a prioridade da gestão Otaviano Pivetta nos próximos meses e até ao fim deste ano?

 

Adilton Sachetti – Se ele der sequência a isso que falei, já cumpre sua missão. Tem pequenos detalhes que podem contribuir com várias ações sociais, vamos dizer, para promover essas pessoas que não tiveram oportunidade de subir na vida, de ter uma vida melhor através do ganho.

 

Eu vejo que esses investimentos em educação, em estrada, em hospitais, em infraestrutura do Estado talvez hoje é a grande necessidade que o Estado tem. E se o Pivetta conseguir andar nessa sequência que está aí, ele contribui muito para a mudança do Estado.  

 

Tem um dado que me chamou muito a atenção: hoje a diferença de renda do Estado das classes mais humildes com as mais abastadas tem reduzido. Isso é muito interessante. É um ponto a ser observado. 

 

Parece que Mato Grosso é o segundo ou o primeiro onde reduziu mais essa distância entre a classe abastada e a mais humilde. Isso é muito importante hoje.

 

Hoje está muito difícil a contratação da mão de obra. Não consegue uma mão de obra especializada. Um exemplo é da nossa atividade, da produção agrícola, onde você hoje tem remunerações muito boas para quem tem conhecimento para operar uma máquina.  Porque as máquinas hoje não são mais manuais. É tudo eletrônico. Tem que ter conhecimento para operar uma colheitadeira hoje.

Ele não pode priorizar isso, largar o Estado de lado, ficar com a caneta só fazendo atitudes que o beneficiem politicamente. Ele tem que continuar tocando o Estado com responsabilidade e fazer a campanha

 

MidiaNews – O governador Otaviano Pivetta está com a caneta na mão. Sua missão não será fácil, ao manter a máquina rodando e dando resultados, e ao mesmo tempo disputar a eleição. Se houver algum problema, não prejudica ele na disputa estar com a caneta na mão? Ele vai ter vida fácil ou será uma eleição complicada?

 

Adilton Sachetti – Essa história de estar com a caneta na mão, muitas vezes, é mais folclórica do que outra coisa. Ele tem que ter a responsabilidade de ser o governador. E isso ele tem. Vai cuidar do Estado. A primeira função dele é ser o governador.

 

Segundo, claro que ele é o candidato do nosso partido, tudo está projetado para isso. Mas ele não pode priorizar isso, largar o Estado de lado, ficar com a caneta só fazendo atitudes que o beneficiem politicamente. Ele tem que continuar tocando o Estado com responsabilidade e fazer a campanha. 

 

Eu tenho certeza que ele não vai usar isso de forma a perder o rumo do Estado. Ele vai fazer com que as coisas que são prioridades para o Estado continuem sendo prioridades. A campanha política é outra coisa. 

 

MidiaNews – Nos últimos meses a gente viu o Pivetta e o senador Wellington Fagundes disputando as benções do ex-presidente Jair Bolsonaro. O Pivetta já foi do PDT, mais ligado à centro-esquerda, e Wellington já apoiou gestões petistas. Não fica os dois devendo no quesito direita raiz? 

 

Adilton Sachetti – Eu tenho dito onde vou. que há um pouco de confusão sobre o que é a direita raiz. Por quê? Não é o discurso que faz a direita. Ser da direita é atitude. Direita é postura. Direita é direcionamento. Direita é olhar para frente. Direita não é o que está se dizendo hoje aí não, que é só ideologia pura. Não, não, não. Direita é atitude. Direita é demonstrado ao longo da vida da pessoa. 

 

Eu também passei por isso, porque até pouco tempo não tinha essa polarização política.Você formava um grupo, estava dentro de um grupo que atendia o seu pensamento, que era de contribuir com a sociedade, que era fazer as coisas acontecer. Claro que sempre vinha um sentimento mais do social. A direita não tem um pensamento que não é social. Só que vê o social como consequência de atitudes. 

 

Então, não vejo a necessidade de radicalizar a política. A política tem que ser feita com racionalidade. As atitudes do gestor mostram se ele é de esquerda ou de direita.

 

 

MidiaNews – O senhor acredita que esse discurso de direita e esquerda é maléfico para Mato Grosso e para o país? Não traz benefícios concretos?

 

Adilton Sachetti – Não, não quis dizer isso. O que quero dizer é que isso não pode ser o principal da discussão. O principal da discussão tem que ser o resultado, aquilo que chega nas pessoas, aquilo que acontece. Será que a direita ou a esquerda não querem o melhor para o nosso país? 

 

A esquerda tem a maneira de ver, que para mim é totalmente errada, onde não tem compromisso com a verdade, não tem compromisso com a honestidade, não tem compromisso com as coisas. É uma coisa mais solta.

 

A direita é mais rígida nesse sentido, quer as coisas certas, quer foco, quer resultado. É hora da gente discutir o resultado e não as ideologias mais radicais que ficam em um lado ou de outro. 

  

É hora da gente parar e refletir. É hora de ver como é que aqui em Mato Grosso as coisas evoluíram faz 40 ou 50 anos.

   

MidiaNews – Outra questão é essa divisão, com dois nomes buscando o campo da direita. Não corre risco de rachar e ver nomes de centro-esquerda, como da médica Natasha, despontar de última hora?

 

Adilton Sachetti – Na questão política a gente trabalha para isso não acontecer. Nós do Republicanos, estamos trabalhando para que o Otaviano Pivetta tenha licença para fazer a campanha dele e garantir sua reeleição.

 

O Wellington deve estar fazendo o trabalho dele e a Natasha está fazendo o trabalho dela. Mas  acredito que as pessoas vão fazer uma avaliação racional e ver que a melhor opção para o nosso Estado é Otaviano Pivetta.

 

Não vejo a necessidade de radicalizar a política. A política tem que ser feita com racionalidade. As atitudes do gestor mostram se ele é de esquerda ou de direita

 

MidiaNews – Quais os riscos de uma eleição de outro grupo político após oito anos do grupo de Mauro Mendes e Pivetta?

 

Adilton Sachetti – Quem entra numa disputa política sabe que tem risco também. Então não dá para dizer que já ganhou, vai ganhar de qualquer jeito. Não. Vai ser disputado. A gente tem que ter consciência e clareza que tem que se respeitar os adversários, porque tem competências lá também.

 

Claro que a gente discorda da forma que fazem, da forma que agem na política, mas tem que se respeitar, porque tem pessoas do outro lado que querem vender suas ideias.

 

Esse risco tem e eu não vou dizer que não existe, mas a condição que o Estado está vivendo e uma análise feita por qualquer cidadão, vai observar que a gente tem que continuar com esse desenvolvimento que está aí.

 

Mexer nisso agora, a gente pode sair fora dos eixos e voltar para trás. É só voltar 12 anos para trás, 16 anos, e ver a situação que o Estado estava.

 

MidiaNews – Como presidente do Republicanos, quais as recomendações que o senhor faz para os deputados auxiliarem a gestão do Pivetta?

 

Adilton Sachetti – O Pivetta vai estar ocupando o cargo de governador. Os deputados, em sua grande maioria, vão voltar para a Assembleia. Talvez, dos 24, seis não voltem. Os outros voltam, quase a grande maioria vai voltar. 

 

Eles tiveram a convivência nesses quatro anos do último mandato do Mauro Mendes. Os atuais deputados conviveram e sabem quem eles são.

 

Eles vão levar esse nome do Pivetta para frente pelo conhecimento, pela relação que tiveram. Essa relação de quatro anos é muito importante ser difundida, como foi a relação do vice-governador, hoje governador, com os deputados. 

 

Eu acredito que tiveram uma grande relação, boa, de respeito, de embates, muitas vezes, no combate político e isso é salutar. Porque quando tem a discussão, o contraponto, você melhora aquilo que foi apresentado. Ouvir todas as partes é importante.

 

  

MidiaNews – Qual é a avaliação que o senhor faz sobre o arco de aliança para a eleição do Pivetta. Existe algum veto à alguma aliança ou não?

 

Adilton Sachetti – Na política, a gente tem que ter o cuidado de respeitar todos. Não existe veto na política, porque você não pode não aceitar apoio. Mesmo alguém que está numa outra posição política, muitas vezes, te apoia. E, aí, não vou querer o apoio dele? Não. Ninguém rejeita apoio. Então, não tenho essa dificuldade, não vejo isso como uma dificuldade de conversar. A política é a arte do diálogo. 

Tem horas que tem que dar um passo para trás e mudar de rumo

 

MidiaNews – O senhor é da geração empresarial e do agro de pessoas como Blairo Maggi, Eri Maggi, Edeon Vaz e tantos outros importantes líderes empresariais. Vocês farão uma espécie de conselho informal para auxiliar com sugestões a gestão do Pivetta?

 

Adilton Sachetti – Qualquer governo tem que ouvir a sociedade. O nosso setor tem as entidades representativas com essa finalidade de representar os produtores. Nós temos a AMPA, a Aprosoja, Aprosmat, Acrismat, os sindicatos rurais, a Famato, que fazem essa representação. Então, não vejo a necessidade de um conselho individual.

 

Vejo, sim, que ele tem que ouvir as entidades. Através das entidades, oportuniza a todos que são do setor se expressarem. Porque muitas vezes tenho uma visão e o meu vizinho tem outra. E nem sempre a gente acerta em tudo. 

 

Tem horas que tem que dar um passo para trás e mudar de rumo. E aquela pessoa, muitas vezes, mais humilde ou que não tenha oportunidade de estar dentro de um colegiado desse tem uma visão que possa contribuir. 

 

 

MidiaNews – Uma das heranças mais perversas do governo Lula, no terceiro mandato, foi essa questão de impostos pesados para produção e para o cidadão? Qual a análise o senhor faz dessa situação?

 

Adilton Sachetti – O imposto é consequência dos gastos. O governo Lula não teve controle dos gastos, foi gastando, gastando, gastando. E para continuar os gastos teve que aumentar impostos. Não há outra maneira. Ele não tem como fabricar dinheiro. Se fabricar dinheiro, estoura a inflação. 

 

Ele precisa gastar 10 esse mês, mês que vem ele vai gastar 11 e esse 1 a mais tem buscado da sociedade. Ele cria um imposto novo, como foi. 

 

Foram criados mais de 20 impostos novos nesse governo. Não deveria, deveria se trabalhar para reduzir os impostos para que ficasse mais leve a carga tributária para a sociedade. E como reduz os impostos? Melhorando a eficiência do serviço público, melhorando os custos do serviço público, fazendo com que as pessoas, que os Estados, os municípios gastem menos. 

 

Hoje ou amanhã os nossos governantes vão ter que fazer o dever de casa. Vai doer, vai arder, as pessoas vão sofrer, mas vão ter que fazer, vão ter que arrumar o País, vão ter que dar uma estrutura onde o empreendedorismo sobreponha a parte burocrática. 

Se for o Flávio no segundo turno, claro que aí a gente vai trabalhar para ser ele o nosso candidato, sem dúvida nenhuma

 

MidiaNews – Com relação a esse cenário nacional, os barões do agronegócio de Mato Grosso vão fazer que tipo de trabalho para ajudar a eleger Flávio Bolsonaro?

 

Adilton Sachetti – Esse termo barões, acho que fica um pouco pejorativo. Porque ninguém veio aqui para Mato Grosso para trabalhar para ganhar um título de barão. A gente veio para cá na época atrás de um sonho que era produzir em uma área maior. E aqui tinha essa oportunidade, as terras aqui eram praticamente de graça.

 

Eu não sei ainda quem são os nomes, vamos esperar. Ainda não tem as definições de quem vai disputar. Claro, se fala em Flávio, agora entrou Caiado no meio, como também sendo alguém de direita. E Lula eu li que já definiu o vice, que vai continuar sendo o Geraldo Alckmin. Então, quero esperar a definição de quem serão os verdadeiros candidatos. 

 

Está vindo o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, que foi um governador muito bom, que fez um bom trabalho. Então tem que esperar para ver esses nomes e ver a discussão. No primeiro turno, as pessoas vão votar naquele cara que se identificar mais com ele.

 

Então, se for o Flávio no segundo turno, claro que aí a gente vai trabalhar para ser ele o nosso candidato, sem dúvida nenhuma. Aquele que passar para o segundo turno, mais de centro-direita ou de direita, será o nosso candidato.

 

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