Cuiabá, Quinta-Feira, 26 de Março de 2026
PRESIDENTE DA CCJ
07.01.2025 | 17h51 Tamanho do texto A- A+

Samantha diz não temer críticas de opositores a Abilio em comissão

Eleita por onze votos, a vereadora assumiu a comissão vista como a mais importante da Câmara

Victor Ostetti/MidiaNews

A vereadora Samantha Íris garantiu que seguirá o Regimento Interno da Câmara na condução da CCRJ

A vereadora Samantha Íris garantiu que seguirá o Regimento Interno da Câmara na condução da CCRJ

ENZO TRES
DA REDAÇÃO

A vereadora Samantha Íris (PL) diz não temer que críticas de parlamentares opositores ao prefeito Abílio Brunini (PL), seu marido, prejudiquem seu trabalho como presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Câmara Municipal.

 

É como reitero: estou aqui para trabalhar e, se tudo que eu fizer houver questionamento por ser esposa dele, então não posso fazer nada

Ela foi eleita na segunda-feira (06) como presidente, tendo 11 votos do Colégio de Líderes. A comissão é vista como a mais importante, pois avalia a constitucionalidade de todas as matérias que tramitam no parlamento municipal.

 

Além dela, o vereador Marcrean Santos (MDB), que era líder do ex-prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), é o vice-presidente. O novato Daniel Monteiro (Republicanos) ocupa o cargo de membro-titular.

 

“Não temo em relação a isso [ser atacada por opositores de Abílio]. É como reitero: estou aqui para trabalhar e, se tudo que eu fizer houver questionamento por ser esposa dele, então não posso fazer nada. Tenho que sentar na cadeira e ficar esperando, vendo todo mundo trabalhar. Serei a única que não poderá fazer nada, porque serei criticada”, disse.

 

“Todos terão seu direito de fazer críticas, mas digo que isso não me impede de fazer meu papel. Sou uma escolha de todos, inclusive da oposição”, acrescentou.

 

Samantha ainda defendeu um “trabalho técnico” para garantir que o Legislativo municipal não se torne submisso às orientações do prefeito.

 

Por fim, a vereadora apontou que seguirá o Regimento Interno da Câmara para assegurar que sua conduta como presidente da CCRJ é correta e imparcial.

 

“Eu tinha todo o direito de postular esse local de presidente da CCRJ e tenho total tranquilidade de fazer o trabalho técnico. Não podemos esquecer que também fui eleita para estar aqui”, avaliou.

 

“Não temos como fugir da questão constitucional, regimental. Estamos indo para uma gestão em que precisamos recuperar Cuiabá e acredito que a sociedade espera uma parceria da Câmara”, completou.

 

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