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06.03.2026 | 14h00 Tamanho do texto A- A+

Secretário cita preferência por sigla de Pivetta, mas analisa convites

Ele deve definir futuro partidário até o final do mês, quando também deixará cargo no Governo

Victor Ostetti/MidiaNews

O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, que tende a ir ao Republicanos de Otaviano Pivetta

O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, que tende a ir ao Republicanos de Otaviano Pivetta

GIORDANO TOMASELLI E JONAS DA SILVA
DA REDAÇÃO

O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, sinalizou que o Republicanos, partido do vice-governador Otaviano Pivetta, é o favorito para abrigar sua provável candidatura a deputado estadual nas eleições de outubro. 

 

Existe um arco de aliança forte da gestão Mendes e Pivetta, então com certeza a gente tem que fazer conta

Em conversa com a imprensa, o gestor revelou que tem mantido diálogos produtivos com diversas siglas, incluindo o Podemos e o PRD, mas destacou uma afinidade maior com a legenda ligada ao vice, que vai disputar o Governo.

 

“Existe um arco de aliança forte da gestão Mendes e Pivetta, então com certeza a gente tem que fazer conta. Republicanos é um partido que eu vejo com uma certa vocação porque é um partido de centro e eu entendo que essa política ideológica partidária não tenha levado o Brasil a nenhum lugar”, disse nesta quarta-feira (4).

 

Porto justificou sua inclinação pelo Republicanos ao classificar a sigla como uma agremiação de "centro", focada em entregas.

 

“Eu vejo que o Republicanos é um partido de centro, é um partido focado em resultados, focado naquilo que importa realmente para a população, para o munícipe e para o cidadão mato-grossense. Então, eu confesso que eu tenho aí um alinhamento muito grande com o Republicanos”, acrescentou.

 

Segundo Porto, a decisão final sobre a filiação partidária deve ser anunciada até o fechamento da janela eleitoral, no início de abril, quando também deve deixar a Seduc para concorrer. 

 

Nome forte

 

O secretário ainda negou resistências de siglas a seu nome por ser visto como forte na disputa, podendo atrapalhar a eleição de outros concorrentes da legenda. 

 

“Não há nenhuma resistência, muito pelo contrário, todos os partidos que a gente tem conversado, com Podemos, com PRD e com Republicanos a acolhida tem sido muito boa. Mas primeiro vou conversar com a família, não é uma decisão fácil”, afirmou.

 

Questionado sobre a possibilidade de enfrentar as chamadas "chapas da morte" — grupos com alta competitividade eleitoral —, o secretário demonstrou confiança em sua trajetória à frente da Seduc. Para ele, o desempenho nas urnas será um reflexo direto das entregas feitas na pasta da Educação. 

 

O secretário lembrou o estado em que encontrou as unidades escolares no início da gestão e o cenário atual, destacando a superação da era das "salas de lata" e a reconstrução de mais de 60% da infraestrutura escolar no Estado.

 

“Vocês conhecem muito bem, em 2019, a educação em Mato Grosso foi conhecida pelas salas de lata. Hoje, a infraestrutura das escolas, mais de 60% foram reconstruídas, os profissionais são valorizados, os estudantes estão aprendendo, a educação saltou. Então, logicamente, eu decidindo ser candidato, a gente vai fazer um diálogo com os resultados da educação”.  

 

Veja:

 

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