O secretário de Educação de Cuiabá, Amauri Monge Fernandes, que pediu para deixar a função até o final deste mês, afirmou que irá auxiliar na futura campanha do vice-governador, Otaviano Pivetta (Republicanos), ao Governo do Estado.
Ao MidiaNews, ele disse, ainda, que vai coordenar a pré-candidatura do secretário de Estado de Educação (Seduc-MT), Alan Porto, para deputado estadual.
Amauri não mencionou a função que desenvolverá nas duas campanhas. O secretário já começou a fazer a transição em sua pasta. Ele é graduado em Direito e publicitário premiado em Cannes.
Os três já atuaram juntos na Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), onde o vice-governador é responsável direto sobre as decisões administrativas, políticas pedagógicas e de investimentos.
Amauri foi para a Prefeitura de Cuiabá por indicação de Pivetta. Como adjunto Executivo da Seduc, era braço operacional da secretaria dos anos de 2020 até 2025, quando em abril assumiu a pasta em Cuiabá.
o secretário chegou ao Governo em um processo seletivo referendado pelo movimento Todos pela Educação, e respaldado pelo vice, que tem confiança no trabalho dele.
O ainda secretário de Educação de Cuiabá disse que deve sair até os últimos dias de março. Ele teve reunião com o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), na segunda-feira (09), para iniciar o processo de transição.
Outros secretários
Além de Amauri, Abilio confirmou a saída de outros secretários, alguns oficialmente por motivos eleitorais, e que já lhe comunicaram a pretensão. O prefeito disse que cinco secretários deixarão a gestão nos próximos dias.
São eles: a secretária de Saúde, Daniele Carmona; e o secretário de Planejamento Estratégico, Murilo Bianchini, que vai se dedicar à campanha à reeleição do deputado federal Coronel Assis (União), que deve se filiar ao PL.
O prefeito Abilio informou que outros dois secretários devem deixar as secretarias, mas não especificou quais.
Um dos nomes é o secretário de Infraestrutura e Obras, Reginaldo Teixeira, que deve concorrer a deputado estadual pelo Novo, conforme antecipado pelo MidiaNews em fevereiro. O prefeito tenta convencê-lo a ficar. Mas o partido tem interesse que ele saia da gestão para a disputa.
Pela legislação eleitoral, ocupantes de cargos públicos têm até o dia 4 de abril para saírem das funções para atuarem diretamente na campanha. O prazo vale também para quem vai se candidatar nas eleições.
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