O governador Mauro Mendes (União) afirmou que uma eventual paralisação de obras pelo próximo governador a ser eleito neste ano seria uma "maluquice" ou "imbecilidade".

“O cara para paralisar obras tem que ser louco, maluco ou imbecil”, disse.
A declaração ocorreu nesta semana, em que o gestor tem feito uma maratona pelos municípios do Estado entregando obras e anunciando investimentos. Mendes renuncia ao cargo na próxima terça-feira (31) para disputar o Senado Federal.
“Qualquer governador pode tomar a decisão que bem entender, mas todos nós estamos sujeitos ao crivo dos órgãos de controle. Nenhuma pessoa com o mínimo de juízo faria isso. Não ia parar nenhuma das obras”, disse Mendes.
O governador citou intervenções como a duplicação da BR-163, feita pela concessionária Nova Rota do Oeste; a construção de dezenas de escolas e de sete hospitais e os investimentos no Parque Novo Mato Grosso, em Cuiabá.
Para Mendes as iniciativas tem importância social. Ele usou como exemplo o Parque Novo Mato Grosso, que tem recebido críticas de adversários pelo seu alto investimento, inicialmente em R$ 1 bilhão.
“Aquilo é um grande investimento não só de lazer e entretenimento, mas já demonstrou que a população está cada dia mais se apaixonando e atende a todos os públicos num espaço que não existe no Brasil”, disse.
“É o maior parque da América Latina e vai mexer com autoestima de todos nós na Baixada Cuiabana”, completou.
Mendes tem defendido publicamente o nome do vice-governador, Otaviano Pivetta (Republicanos), como seu sucessor.
Por outro lado, já se colocam como pré-candidatos ao Palácio Paiaguás os senadores Wellington Fagundes (PL) e Jayme Campos (União), além da ex-deputada federal Natasha Slhessarenko (PSD).
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