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11.02.2026 | 14h00 Tamanho do texto A- A+

Ator de nega convite para viver Lula no Carnaval

Acadêmicos de Niterói desfila com o enredo 'Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil' no próximo domingo (15)

Reprodução/Instagram

Ilustração

DO TERRA

A Acadêmicos de Niterói, escola de samba que estreia no Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro neste domingo (15), vai contar a história do presidente Lula. O chefe do Palácio do Planalto deve assistir à homenagem, mas ficará de fora do desfile. Permanece o mistério em torno de quem vai representar o político.

 

Segundo informações da revista Veja, dois atores famosos recusaram o convite por motivos profissionais. Rui Ricardo Diaz, que viveu o presidente no filme "Lula, o filho do Brasil" declinou da proposta porque estará no Uruguai a trabalho.

 

O ator Thomás Aquino, que fez "Vale Tudo" e está no ar atualmente na novela "Coração Acelerado", também negou o convite por motivos de agenda. Ainda segundo a Veja, um artista da TV Globo aceitou e vai desfilar como o presidente. A escola deve anunciar o nome nos próximos dias.

 

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Já de acordo com o portal Metrópoles, Marcelo Adnet deve interpretar o ex-presidente Jair Bolsonaro no desfile. O humorista vai participar em um carro alegórico que trata da tentativa de golpe que levou o líder da direita à prisão.

 

Lula deve acompanhar o desfile no camarote do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD). 

 

ACADÊMICOS DE NITERÓI É ALVO DE DENÚNCIAS NOS BASTIDORES DA POLÍTICA

 

O desfile da Acadêmicos de Niterói nem aconteceu e já causa controvérsia nos bastidores da política. Nesta terça-feira (10), o partido Novo entrou com uma representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra Lula, o Partido dos Trabalhadores (PT) e a agremiação.

 

O partido aponta que há propaganda eleitoral antecipada no desfile, já que Lula manifestou a intenção de tentar a reeleição em outubro. A senadora Damares Alves (Republicanos) também protocolou uma denúncia no Ministério Público Eleitoral e acusou a escola de samba de usar dinheiro público para “promoção pessoal de candidato à Presidência da República”.

 

Deputados ainda pediram ao Tribunal de Contas da União (TCU) que o valor de R$ 1 milhão, pago a todas as escolas de samba por conta de um acordo entre a Embratur e a Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), não seja repassado a Acadêmicos de Niterói.




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Derysi Cuneat  11.02.26 15h33
Se fosse qualquer outro político, já seria tornado inelegível após o carnaval.
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