A Justiça de São Paulo condenou Rodrigão a pagar R$ 400 mil. A decisão envolve uma disputa judicial que se arrastou por anos. O caso também responsabiliza sua esposa, Adriana Sant'Anna.
A informação foi revelada pela coluna de Alessandro Lobianco, no iG. O processo ganhou repercussão nos bastidores do meio artístico.
Processo começou com cifra milionária
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A ação foi movida por Bruno Araújo e pela WFA Eventos. Eles eram responsáveis pelo projeto musical "Os Marvados". Segundo os autos, o grupo vivia fase de crescimento no mercado. A saída repentina de Rodrigão teria interrompido esse avanço.
O contrato previa multa em caso de rescisão sem justa causa. Os autores calcularam a penalidade em R$ 1.716.000,00. Além disso, pediram indenização por danos morais. O valor total da causa ultrapassava R$ 2 milhões.
A cifra chamou atenção desde o início. O caso passou a ser tratado como um dos mais caros envolvendo ex-BBBs.
Saída de Rodrigão virou crise pública
Rodrigão deixou o grupo de forma abrupta. Segundo o processo, não houve aviso prévio adequado. A justificativa apresentada foi de ordem pessoal. Os conflitos estariam ligados ao casamento do ex-BBB.
Adriana Sant'Anna acusou integrantes da banda de condutas inadequadas. As acusações teriam ocorrido durante viagens para shows. A saída foi anunciada publicamente nas redes sociais. Esse ponto foi decisivo na análise judicial.
Segundo os autores, a exposição abalou a imagem do projeto. Houve cancelamento de apresentações já agendadas. Contratantes passaram a demonstrar insegurança. A agenda do grupo foi diretamente afetada.
Redes sociais pesaram na condenação
O processo destacou postagens e mensagens atribuídas a Adriana. As publicações foram interpretadas como indiretas e ofensas.
A Justiça entendeu que o conteúdo extrapolou o desabafo pessoal. Houve prejuízo à reputação do grupo e de seus idealizadores.
Rodrigão também foi responsabilizado pela exposição do conflito. Ainda que em menor grau nesse ponto específico.
A decisão reforçou o impacto jurídico das redes sociais. Conflitos públicos passaram a ter peso financeiro real.
O que decidiu a Justiça
A sentença foi proferida pela 42ª Vara Cível de São Paulo. O juiz analisou a conduta de todas as partes envolvidas. Não foi reconhecida falha contratual dos outros integrantes. A motivação da saída foi considerada pessoal.
Porém, ficou comprovada a quebra do contrato por parte de Rodrigão. O prazo de aviso prévio não foi respeitado. A multa foi reconhecida, mas reduzida. O valor final ficou em R$ 400 mil.
Também houve condenação por danos morais. Bruno Araújo e a WFA Eventos foram indenizados.
Tribunal manteve condenação
O caso foi analisado pelo Tribunal de Justiça. A instância superior manteve o entendimento da primeira decisão. Ficou reconhecido o abalo à imagem dos autores. A quebra contratual foi confirmada.
Assim, a responsabilidade civil de Rodrigão e Adriana foi consolidada. O conflito deixou de ser apenas pessoal. Até o momento, não há informações sobre novos recursos. O episódio entra para a lista de disputas judiciais mais caras do meio artístico
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