Cuiabá, Terça-Feira, 24 de Março de 2026
COMER CARNE CRUA?
24.03.2026 | 11h00 Tamanho do texto A- A+

Gabriela, do ‘BBB26’, é advertida por hábito de consumo no reality

Comportamento da sister acende alerta sobre possíveis infecções e contaminações

Reprodução/Instagram

Ilustração

THAIS FONSECA
DO CONTIGO

A insistência de Gabriela Saporito, 21 anos, do BBB26 (TV Globo), em consumir carne crua na casa mais vigiada do Brasil não passou despercebida — nem pelo público, nem nos bastidores do programa. Mesmo após receber orientação da produção para interromper o hábito, a participante segue repetindo o comportamento, o que acendeu um alerta entre especialistas em saúde alimentar.

 

Ouvida por IstoÉ Gente, a nutricionista *Elaine Rodrigues, com atuação saúde hormonal e metabólica, explica que o consumo de carne crua, especialmente sem controle rigoroso de procedência e preparo, pode representar riscos importantes ao organismo.

 

“O consumo de carne crua pode expor a pessoa a bactérias e parasitas perigosos, como salmonella, E. coli e até vermes. Isso pode causar desde infecções intestinais até quadros mais graves, dependendo do nível de contaminação”, afirma.

 

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Segundo a especialista, o ambiente de confinamento não garante as condições ideais de segurança alimentar, o que torna a situação ainda mais delicada. “Mesmo quando a carne aparenta estar fresca, não há garantia de que esteja livre de micro-organismos. Sem o cozimento adequado, esses agentes não são eliminados, o que aumenta significativamente o risco à saúde”, explica.

 

A nutricionista também destaca que os impactos podem surgir rapidamente. “Os sintomas mais comuns incluem dor abdominal, diarreia, náusea, vômito e febre. Em casos mais graves, principalmente com parasitas, pode haver complicações que exigem acompanhamento médico”.

 

Outro ponto que chama atenção é a repetição do comportamento, mesmo após alertas diretos. “Quando há uma orientação clara para interromper e isso não acontece, o risco deixa de ser pontual e passa a ser contínuo. Não é apenas uma escolha alimentar diferente — é uma questão de segurança”.

 

A situação tem gerado repercussão fora da casa e reforça um alerta importante para o público. “Nem tudo que parece inofensivo é seguro. O preparo adequado dos alimentos é essencial para evitar doenças e preservar a saúde”, conclui.

 

 




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