Alvo da 8ª fase da Operação Sisamnes, o juiz Ivan Lúcio Amarante, da comarca de Vila Rica, teria usado a esposa e a ex para dissimular o recebimento de de propina.
A suspeita é do ministro Mauro Campbell Marques, do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), relator do processo que levou ao afastamento do magistrado nesta semana.
Conforme o ministro, entre setembro de 2023 e julho de 2024, Mara Patrícia Nunes Amarante fez 43 transferências ao marido, somando R$ 750,9 mil.
As investigações indicam que ela não tinha capacidade financeira compatível com os valores movimentados.
O corregedor apontou ainda que entre fevereiro de 2022 e janeiro de 2023, a empresa JSA Logística e Transportes Ltda, ligada à ex-esposa de Amarante, Jucimara de Souza Amarante, movimentou R$ 208 mil em 10 repasses ao juiz.
Conforme Mauro Cambpell, a empresa não possuía qualquer empregado, “havendo indícios de que se tratava de entidade de existência meramente formal”,
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