O promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais negou que o pedido para que o processo contra o advogado Paulo Roberto Gomes dos Santos seja levado à Justiça responsável por crimes de trânsito represente “indulgência” com o acusado
Paulo Roberto Gomes dos Santos atropelou e matou Ilmis Dalmis Mendes da Conceição, de 71 anos, em 20 de janeiro, na Avenida da FEB, em Várzea Grande. O impacto lançou a vítima na pista contrária, onde ela foi atropelada por outro veículo e teve o corpo partido ao meio.
“Essa conclusão não representa minimização da tragédia, tampouco indulgência com a conduta do investigado. Representa, isto sim, fidelidade ao Direito, respeito ao princípio da legalidade e compromisso institucional com uma persecução penal justa, técnica e constitucionalmente adequada”, escreveu o promotor.
Caso a Justiça acate o pedido do promotor, o advogado não será julgado por júri popular.
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