Cuiabá, Quinta-Feira, 26 de Março de 2026
Fogo Amigo
21.04.2025 | 09h30 Tamanho do texto A- A+

Crimes bárbaros

Arcebispo: “Quando a raiva não é administrada, vira ódio, vingança e mortes”

O arcebispo metropolitano de Cuiabá, Dom Mário Antônio da Silva

O arcebispo metropolitano de Cuiabá, Dom Mário Antônio da Silva

DA REDAÇÃO

O arcebispo metropolitano de Cuiabá, Dom Mário Antônio da Silva, disse enxergar uma onda de violência que aflige a sociedade, como o caso de repercussão que o procurador da Assembleia Legislativa, Luiz Eduardo Figueiredo Rocha e Silva, matou friamente um morador de rua em Cuiabá na última semana. 

 

Segundo o sacerdote, as ações são fruto da raiva fora de controle, causada pela “falta de Deus” no coração. 

 

“A violência está aí por vários fatores. Um deles é a falta de Deus no coração. Uma coisa que eu vejo que é necessário é administrar a raiva. Quando a raiva não é administrada ela vira mágoa, vira ódio, rancor, vingança e encaminha para mortes e assassinatos”, disse. 

 

“Não estou julgando esse caso, mas muitas vezes as ações violentas ou de extermínio de vida do ser humano começam com o sentimento de raiva quando não administrado. E o que evita que a raiva aumente? O perdão e a compreensão. Onde não existe perdão e compreensão, a vida violenta ganha espaço”, completou.

 

Confira AQUI a entrevista completa. 

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