O ministro mato-grossense Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), voltou a ganhar as manchetes na imprensa nacional após alfinetar o senador paranaense Sérgio Moro (União). Enquanto discursava sobre os 135 anos do STF, Gilmar cutucou o parlamentar: “Moro precisava de ter ghostwriters, porque talvez não soubesse escrever com G ou com J a palavra tigela”.
Em seguida, Gilmar criticou a Operação Lava Jato, a qual classificou como uma agenda política disfarçada de combate à corrupção. “Não se combate o crime cometendo crimes. Também causa perplexidade que os mesmos veículos que exaltaram a Lava Jato não tenham feito até hoje um mea-culpa ante os abusos comprovados pelos documentos da Operação Spoofing”.
Os dois tem longo histórico de troca de farpas. Em 2023 Moro teria atribuído a Gilmar a prática de crime de corrupção passiva e em outubro de 2025, a Primeira Turma formou maioria para manter Moro no banco dos réus no processo em que é acusado pelo ministro de calúnia.
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