A crítica feita pelo governador Mauro Mendes (União) às declarações do senador Wellington Fagundes (PL), que defendeu o pagamento da RGA (Revisão Geral Anual) em atraso ao funcionalismo, já antecipa o tom que deve marcar a disputa eleitoral.
Ao afirmar que Wellington estaria seguindo "o mesmo caminho” do ex-governador Pedro Taques, Mendes sinaliza que pretende levar para o debate eleitoral a narrativa da responsabilidade fiscal.
A referência a Taques, cuja gestão catastrófica terminou em caos administrativo e rombo financeiro, funciona como um alerta aos eleitores. Na avaliação de Mendes, propostas que ampliem despesas ou reduzam receitas, se colocadas em prática, terão um efeito certo: quebrar o Estado "de novo".
Ele citou como exemplo o impacto que o pagamento do passivo da RGA poderia gerar, estimado em cerca de R$ 4 bilhões, além de críticas a iniciativas que reduziriam a arrecadação estadual, como abrir mão do Fethab.
A comparação com gestões passadas e o alerta sobre risco de “quebrar o Estado” revelam a estratégia de Mendes de colocar o equilíbrio fiscal como um dos eixos da discussão política.
Entre no grupo do MidiaNews no WhatsApp e receba notícias em tempo real (CLIQUE AQUI).