Um deputado estadual de primeiro mandato pode estar no epicentro do esquema milionário que culminou na operação Poço Sem Fundo, que cumpre 226 mandados judicias contra uma suposta associação criminosa instalada na Companhia Mato-Grossense de Mineração (Metamat).
Segundo apurou a denúncia, o parlamentar teria usado dinheiro de emendas para obras fictícias em contratos para perfuração de poços artesianos. As investigações começaram após a Controladoria Geral do Estado (CGE) acionar a Polícia Civil, e indicar fraudes de R$ 22 milhões.
Os mandados foram expedidos contra seis empresas e 24 pessoas físicas investigadas, dentre elas 16 são servidores ou ex-servidores, e 8 são empresários.
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