Cuiabá, Quinta-Feira, 26 de Março de 2026
Fogo Amigo
16.05.2025 | 17h05 Tamanho do texto A- A+

R$ 500 milhões

Grupo investigado é acusado de usar RG de mulher morta em 1969

Policiais que participaram da Operação Barril Vazio, nesta sexta

Policiais que participaram da Operação Barril Vazio, nesta sexta

DA REDAÇÃO

Os investigados por supostas fraudes que podem chegar a R$ 500 milhões, por meio da empresa Neovg Derivados de Petróleo S/A, teriam usado o nome de uma mulher morta desde 1969 para forjar documentos e inflar artificialmente o capital social da companhia.

 

A informação consta na denúncia do MPE (Ministério Público Estadual) contra sócios, administradores e responsáveis legais da empresa no âmbito da Operação Barril Vazio, deflagrada nesta sexta-feira (16). 

 

Conforme o MPE, o grupo teria criado uma identidade falsa baseada em "Genny Ferreira Milan" — nome adulterado de Geny Ferreira Milan, falecida em Dourados (MS) há mais de cinco décadas — para simular a compra de três fazendas fictícias.

 

As propriedades inexistentes, segundo Ministério Público, foram usadas para lavagem de dinheiro e fraudes tributárias.

 

"Essa manobra fraudulenta foi utilizada para integralizar de forma ilícita o capital social da empresa Neovg, conferindo-lhe aparência patrimonial espúria, sem qualquer astro jurídico ou econômico legítimo", consta na denúncia. 

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