O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), sugeriu que a tendência é vetar as emendas que parlamentares possam apresentar ao projeto de lei da Revisão Geral Anual (RGA) de 2026, que prevê um reajuste de 4,26% no salário dos servidores públicos.
Segundo ele, o veto evitará que a RGA vire uma disputa judicial e que o pagamento não saia no mês de janeiro.
“Se a gente fizer uma emenda vai ter vício de iniciativa, pode ter inconstitucionalidade, isso pode ser vetado, aí não entra no mês de janeiro, vai para o meio de fevereiro, vira uma briga judicial. E o servidor não tem ganho nenhum”, disse ele à imprensa.
“Então, a gente quer trabalhar para que o Governo dê uma composição maior do que 4,26% e isso com certeza será uma vitória e um ganho importante para todos os servidores", acrescentou.
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