O presidente do TJ-MT, desembargador José Zuquim, apontou a baixa produtividade da juíza Ana Cristina Mendes como uma das justificativas para não tê-la escolhido para atuar no segundo grau da Justiça estadual.
A explicação consta em documento encaminhado ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no qual a magistrada contesta a escolha do juiz Antônio Veloso Peleja Junior como substituto do desembargador afastado Dirceu dos Santos. O CNJ já negou o pedido da magistrada de forma liminar.
Ana Cristina é titular da 4ª Vara Cível de Cuiabá e, conforme levantamento citado no documento, possui 327 processos sem movimentação, aguardando conclusão há mais de 120 dias.
“Não é razoável que se postule o exercício de função substitutiva em segundo grau enquanto as unidades de origem acumulam acervo de dimensões preocupantes, com processos prioritários sem movimentação e representação por excesso de prazo em curso”, afirmou Zuquim.
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