A Justiça realiza nesta sexta-feira (26) a primeira audiência de instrução e julgamento da ação penal que apura a morte do empresário Gersino Rosa dos Santos, de 43 anos, e do vendedor Cleiton de Oliveira de Souza Paulino, de 27, no Shopping Popular, em Cuiabá, em novembro do ano passado.
A sessão é conduzida pelo juiz Jorge Alexandre Martins Ferreira, da 12ª Vara Criminal da Capital.
No total, serão ouvidas 15 testemunhas e os três réus do caso.
Respondem pelo crime Jocilene Barreiro, de 60 anos, seu filho Wanderley Barreiro da Silva, de 31 - apontados como mandantes - e Silvio Júnior Peixoto, de 26, que confessou ser o executor das mortes.
Silvio foi preso em março deste ano em Minas Gerais. Já Jocilene e o filho foram pegos em Campo Grande.
De acordo com as investigações, mãe e filho contrataram, por R$10 mil, os serviços de Sílvio Peixoto para matar Gersino, por vingança. Na ação, Cleiton foi morto em outra banca por acidente.
Os acusados acreditavam que Gersino seria o responsável pela morte de Girlei Silva da Silva, de 31 anos, conhecido pelo apelido de "Maranhão", filho e irmão de Jocilene e Wanderley.
O caso ocorreu no dia 9 de novembro no bairro Santa Laura, em Cuiabá, apenas duas semanas antes do crime do Shopping Popular.
O crime
O crime foi filmado por uma câmera de segurança do Shopping Popular.
Pelas imagens, divulgadas na época, é possível ver o assassino observando Gersino, que estava conversando em um dos corredores do centro de compras.
Ele anda pelas galerias tentando despistar, mas logo volta e efetua o disparo. Em seguida, foge correndo.
Segundo a Polícia Civil, o projétil disparado transpassou e atingido Cleiton, que era funcionário de outra banca e estava à frente de Gersino.
As duas vítimas morreram ainda no interior do shopping.
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