Cuiabá, Domingo, 5 de Abril de 2026
PETRÓLEO
05.04.2026 | 09h55 Tamanho do texto A- A+

STF agenda análise de lei que alterou distribuição de royalties

A sessão foi marcada para 6 de maio. As ações que tratam do tema estão sob relatoria da ministra Cármen Lúcia

Antonio Augusto/STF

Ilustração

UOL

O STF (Supremo Tribunal Federal) marcou para 6 de maio a análise de ações que discutem a lei que mudou as regras de distribuição dos royalties do petróleo entre estados.

 

Supremo vai analisar a constitucionalidade da Lei 12.734/2012, que alterou a partilha dos royalties. A norma aumentou a distribuição dos recursos para estados não produtores.

 

A sessão foi marcada para uma terça-feira, 6 de maio. As ações que tratam do tema estão sob relatoria da ministra Cármen Lúcia.

 

Quatro autores questionam a mudança na divisão dos royalties e participam do processo. Entraram com ações Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo e a Abramt (Associação Brasileira dos Municípios com Terminais Marítimos).

 

Trechos da lei seguem suspensos por decisão provisória desde 2013. A liminar foi concedida pela ministra Cármen Lúcia.

 

Julgamento já foi adiado no STF

 

Em 2020, o STF adiou um julgamento que estava previsto para 3 de dezembro. Na época, o então presidente do Supremo, ministro Luiz Fux, retirou o tema da pauta e não marcou nova data.

 

O adiamento atendeu a um pedido do governo em exercício do Rio de Janeiro, comandado por Cláudio Castro. Ele buscava um acordo por meio do Centro de Mediação e Conciliação do STF.

 

O caso já tinha sido adiado pelo Supremo ao menos três vezes. Com a decisão de Fux naquele ano, os estados ganharam mais tempo para tentar um acordo.

 

 

Entre no grupo do MidiaNews no WhatsApp e receba notícias em tempo real (CLIQUE AQUI).




Clique aqui e faça seu comentário


COMENTÁRIOS
0 Comentário(s).

COMENTE
Nome:
E-Mail:
Dados opcionais:
Comentário:
Marque "Não sou um robô:"
ATENÇÃO: Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do MidiaNews. Comentários ofensivos, que violem a lei ou o direito de terceiros, serão vetados pelo moderador.

FECHAR

Preencha o formulário e seja o primeiro a comentar esta notícia