Cuiabá, Quinta-Feira, 26 de Março de 2026
LICIO ANTONIO MALHEIROS
23.02.2025 | 05h30 Tamanho do texto A- A+

Carnaval 2025

Cuiabá vive uma situação anômala em função da mudança na Prefeitura

O Carnaval no Brasil é uma festa popular celebrada e comemorada tradicionalmente na Terça-feira de Carnaval, é marcado no calendário como feriado.

 

No Brasil a folia se inicia antes dessa data, nos chamados eventos pré-carnavalesco, com os ensaios das escolas de samba e blocos carnavalescos.

Diante dessa explanação, vamos elencar os dias de Carnaval no Brasil que abrange os dias: 28 de fevereiro sexta-feira de Carnaval, 1º de março sábado de Carnaval, 2º de março domingo de Carnaval, 3º de março segunda de Carnaval 4º de março terça de Carnaval e 5º de março quarta de Cinzas.

 

Porém, a Capital Cuiabá vive uma situação anômala em função da mudança na Prefeitura Municipal da Capital, com a entrada do Prefeito Abílio (PL), que encontrou a casa literalmente desarrumada, em função da má gestão do seu antecessor.

 

Esse complicador obrigou o prefeito Abílio a decretar estado de calamidade financeira no município na sexta-feira (3), com uma série de medidas para conter a crise fiscal deixada pela gestão anterior.

 

Existia por parte de alguns seguimentos a esperança de ajuda financeira para o Carnaval pela Prefeitura Municipal, como comumente acontecia em gestões anteriores; e que fossem destinados recursos para implementar o Carnaval em Cuiabá 2025.

 

O vereador Rafael Ranalli (PL), disse que irá apresentar um projeto de lei que proíbe a Prefeitura de Cuiabá investir em eventos ligados ao Carnaval pelos próximos 4 anos, foi bem explicitado por ele ao afirmar se tratar apenas do Carnaval.

 

Em coletiva à imprensa, o vereador por Cuiabá Rafael Ranalli (PL) deixou claro, que irá coletar assinaturas, e acredita que irá conseguir o número necessário, principalmente, em função de o estado de calamidade financeira, apresentado pelo prefeito Abílio (PL).

 

Em conseguindo o número de assinaturas, o projeto de lei será apresentado na sessão da próxima terça-feira (25), que será amplamente discutido e debatido.

 

Ainda na coletiva de imprensa, o vereador foi bem específico ao declinar sobre o tema em questão e disse “Não é em toda e qualquer festa, é específico do Carnaval, porque sempre que vamos apresentar e discutir um projeto qualquer e que este seja polêmico, a primeira pergunta que é feita ‘É o Carnaval? Porque o Carnaval pode? ’.

 

“Vou responde, o Carnaval não pode, pois infelizmente existe uma grande quantidade de pessoas na fila do SUS, na fila de cirurgia, sem falar no dinheiro que está faltando para a educação, entre outros”.

 

Este tema, em função da magnitude e implicação do mesmo acabou gerando enorme polêmica, chegando a todos os meios de comunicação de massa.

Como sou eclético; assistindo a um programa televisivo, embora não possa declinar a emissora.

 

Porém, o mesmo é apresentado com galhardia e presteza, pelo âncora Igor Taques, que, em seu último programa televisivo abordou o tema em questão, a verba pública para patrocinar Carnaval.

 

Eu estava assistindo ao programa; após, sua explanação e opinião concisa imparcial e bem explicitada. O mesmo acaba recebendo uma série de opiniões dos telespectadores, através de áudios e textos, dois quais, por unanimidade foram favoráveis ao projeto de lei implementado pelo vereador Ranalli (PL). “A voz do povo é a voz de Deus”.

 

Licio Antonio Malheiros é professor, geógrafo e jornalista.

*Os artigos são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do MidiaNews. 

 

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Roberto de Barros Freire  23.02.25 09h59
Em primeiro lugar, não se pode transferir os recursos de uma pasta para outra. A lei estabelece o que cada setor da sociedade receberá. Em segundo lugar, se se quer arrumar mais recursos para a educação e a saúde, basta começar a cobrar impostos das igrejas que injustamente estão isentas dos tributos. Em terceiro lugar, é uma espécie de perseguição aos festejantes: o povo também merece lazer e prazer.
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