Ano de eleição grandona e cheia de ilações. No plano federal, para presidente, a direita está apesentando quatro nomes até agora. Flavio Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Ratinho Júnior e Romeu Zema. Ainda se fala em Tarcísio de Freitas, que, para muitos, seria o candidato ideal do grupo. Mas ele não sairia candidato se não tiver o apoio de Jair Bolsonaro. E este apoio, os fatos mostram, iria para o filho do ex-presidente.
Quais desses nomes seria o mais indicado para enfrentar lula? Ou é melhor todos serem candidatos e aquele que for para o segundo turno teria o apoio dos derrotados? Durante uma disputa eleitoral ocorrem muitas escaramuças e pode ser que um ou outro da direita que foi derrotado não apoie o que foi para o segundo turno.
Aqui no estado são vários nomes para a disputa para o governo. Otaviano Pivetta é um deles. Acredita-se que Mauro Mendes deixe o governo em abril para ser candidato ao senado e que o Pivetta, seu vice, assumiria o governo. E dali seria candidato em outubro deste ano. Silval Barbosa, vice de Blairo Maggi, fez isso e até ganhou a eleição.
Outro nome citado é o de Jaime Campos. Aliás, nos últimos dias, ele tem falado bastante sobre essa possibilidade. Mauro Mendes, mesmo sendo presidente do União Brasil, partido do Jaime, apoia o Pivetta que é do Republicanos.
Aparecem falas de que o União Brasil, em convenção, poderia decidir apoiar Pivetta ao governo. Nesta interpretação, o Jaime não teria o apoio do partido para ser candidato ao governo. Ele diz que tem. Muitos acreditam que a tendencia da maioria ali é não lançar candidato ao governo e apoiar o Pivetta. O grupo do Mauro tem mais força interna no partido do que o Jaime.
Para o senado, pelo União Brasil, poderia até ter uma dobradinha, com Mauro e Jaime disputando as duas vagas. Outros acreditam que Jaime não iria para a disputa. É difícil um partido levar as duas vagas no estado. Daí que o Jaime fala mais em disputa para o governo.
Outro nome para o governo é o de Wellington Fagundes. Se comentou ainda que poderia haver um acordo entre Wellington e Jaime de que, quem estivesse pior nas pesquisas eleitorais, recuaria da sua candidatura e indicaria sua esposa como vice do outro. Converseiro é o que não falta nesse momento.
O grupo mais à esquerda deve ter um nome na disputa, obviamente. Não se vai imaginar que o Lula saindo à reeleição não teria aqui nenhum nome na disputa para o governo. E este nome, até agora comentado, seria de Natasha Slhessarenko.
Nunca disputou uma majoritária, mas neste caso e momento especifico poderia até ser um uma surpresa. Acredita-se que a direita não levaria dois nomes para o segundo turno e aí surge a Natasha com essa possibilidade. A direita, em tese, no segundo turno se uniria contra ela. Mas, nesta hipótese, ela já teria feito o trabalho de ajuda às candidaturas de esquerda no estado e até mesmo à do Lula.
Ano de 2026 animado na política, com eleição para deputados estaduais, federias, senadores, governo e presidente. E ainda é ano de Copa do Mundo. Quer mais?
Alfredo da Mota Menezes é analista político.
Entre no grupo do MidiaNews no WhatsApp e receba notícias em tempo real (CLIQUE AQUI).
|
0 Comentário(s).
|