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28.01.2026 | 08h55 Tamanho do texto A- A+

Polícia prende sete em Cuiabá por golpe da venda de carro na OLX

Criminosos aplicaram o golpe em pelo menos nove Estados; entre os líderes estão presidiários

Reprodução

Foi possível identificar a participação de pelo menos 23 pessoas, além do envolvimento direto de internos do sistema penitenciário do estado

Foi possível identificar a participação de pelo menos 23 pessoas, além do envolvimento direto de internos do sistema penitenciário do estado

DA REDAÇÃO

A Polícia Civil de Mato Grosso e do Amapá cumprem, na manhã desta quarta-feira (28), sete ordens judiciais na Operação Marketplace, deflagrada contra um grupo criminoso de Cuiabá com envolvimento em fraudes eletrônicas, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

 

Na operação, são cumpridos sete mandados de prisão preventiva e bloqueios de patrimonial dos investigados. As investigações apuraram crimes de fraude eletrônica, que podem responder a pena de 10 a 25 anos de prisão.

 

Foram identificadas vítimas nos Estados de Roraima, Tocantins, Goiás, Bahia, Maranhão, Sergipe, Rio Grande do Norte, São Paulo e Santa Catarina.

 

As investigações, realizadas pela Delegacia Especializada de Repressão a Fraude Eletrônica (DRFE), com apoio da Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, iniciaram a partir do registro de ocorrência de vítimas de golpes do falso intermediário, relacionado a um anúncio de venda automóvel publicado no marketplace de uma rede social.

 

Na fraude, o golpista “clonou” a publicação legítima de uma das vítimas e anunciou a venda do mesmo bem por valor bem abaixo do mercado. Ao ver o anúncio, a segunda vítima se interessou pelo veículo.

 

As duas vítimas, comprador e vendedor do automóvel, foram ludibriadas e induzidas a realização do pagamento para uma conta bancária indicada, pelo criminoso.

 

Logo após a transferência, as vítimas foram bloqueadas pelo suspeito, momento em que perceberam que haviam caído em um golpe. Com o avanço das investigações, foi possível identificar a participação de pelo menos 23 pessoas, além do envolvimento direto de internos do sistema penitenciário do estado do Mato Grosso.

 

O grupo era estruturado de forma ordenada e caracterizado pela divisão de tarefas, com caráter permanente e estável, atuando de forma coordenada com o objetivo de obter vantagens ilícitas oriundas de golpes aplicados em meio digital e posterior ocultação e dissimulação de valores.

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