O delegado Caio Albuquerque afirmou que a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da qual é responsável, tem trabalhado para solucionar todos os crimes de assassinato no Estado.

O último de repercussão foi com a prisão de Akcel Lopes Campos, de 22 anos, envolvido em uma série de latrocínios contra motoristas de aplicativo em 2024, em Cuiabá e Várzea Grande.
Segundo o delegado, a principal preocupação da DHPP, logo após a ocorrência de um homicídio, é identificar o autor do crime e reunir elementos concretos que sustentem o pedido de prisão. Para ele, a investigação precisa evitar que o suspeito seja preso e, posteriormente, colocado em liberdade.
“A preocupação maior da DHPP é, o quanto antes, identificar o autor do homicídio, dos fatos e buscar a ordem de prisão. Essa é a nossa preocupação mais urgente. A questão de efetuar de fato o cumprimento do mandado é questão de oportunidade”, disse.
“A prisão pode acontecer dias depois, meses ou anos depois. Mas é o seguinte: vai ser preso. É só questão de tempo oportuno”, acrescentou.
Akcel foi preso na última sexta-feira (9), como o quarto integrante do grupo de faccionados que participou das execuções. O suspeito atuou diretamento no homicídio de um dos motoristas, utilizando o próprio canivete da vítima para matá-la.
Ele se escondeu em diversos municípios do estado até ser encontrado em Juara, quando a equipe policial encontrou uma oportunidade para prendê-lo, em um estabelecimento comercial.
Os crimes ocorreram entre os dias 11 e 14 de abril daquele ano, quando os jovens decidiram que matariam um motorista de aplicativo por dia, segundo o delegado.
As vítimas foram identificadas como Márcio Rogério Carneiro, de 34 anos; Elizeu Rosa Coelho, de 58 anos; e Nilson Nogueira, de 42 anos. Eles desapareceram entre os dias 11 e 14 de abril, após saírem de casa para trabalhar no período noturno, nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande.
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