O presidente do PL em Mato Grosso, Ananias Filho, afirmou que o encontro entre o senador Wellington Fagundes, pré-candidato ao Governo, e o ex-presidente Jair Bolsonaro será voltado à consolidação das estratégias eleitorais do partido para 2026, especialmente em relação à candidatura ao Senado e às alianças políticas.

“A gente efetivar mais a candidatura de Flávio Bolsonaro [à presidência] e vamos ver essa aliança do segundo nome ao Senado. Porque ainda está na organização do presidente Bolsonaro essas indicações, nós estamos seguindo à risca isso”, afirmou em entrevista à rádio Cultura.
O encontro entre Wellington e Bolsonaro ocorrerá na manhã do dia 7 de março, um sábado, no 19º Batalhão da Polícia Militar, a “Papudinha”, onde o ex-presidente está preso desde o dia 15 de janeiro.
Ananias também descartou que a visita teria sido solicitada por Bolsonaro para pedir a desistência de Wellington da disputa à sucessão do Palácio Paiaguás.
De acordo com ele, as especulações que circulam nos bastidores não procedem e, ao contrário, demonstram preocupação de adversários com o crescimento do PL.
“Não existe nenhuma situação de desistência. A chance de retirada de candidatura do PL é zero”, disse.
Ananias reiterou que o partido trabalha em Mato Grosso com a certeza da chapa majoritária formada por Wellington Fagundes ao Governo e do deputado federal José Medeiros como primeiro nome ao Senado.
Ele reconheceu, porém, que ainda há espaço para negociações quanto à composição final, especialmente na segunda vaga ao Senado e nas candidaturas de vice-governador.
Nesse contexto, o presidente estadual do PL destacou que o partido pretende dialogar com outras legendas e evitar imposições. Ananias disse que o PL não fechará as portas para alianças com partidos que se identifiquem com o campo da direita.
“Outros partidos precisam ter espaço nas vagas de todos que estão compondo essa eleição que vem. A eleição vai ter vaga para um segundo candidato a senador, vai ter vaga para candidaturas de vice-governador, então nós não vamos fechar a porta e nem vamos deixar de sentar à mesa com quem realmente tem esse aspecto de direita para disputar”.
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