O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), relembrou a situação que a sigla no estado se encontrava quando ele assumiu o comando do diretório estadual, em abril de 2018.

Max, que está de saída para o Podemos na janela partidária (em março), disse que deixa a sigla pela “porta da frente” e que está tranquilo com a nova fase da sigla, que agora é presidida pelo ex-governador Pedro Taques.
Segundo ele, a nova gestão encontrará um cenário “tranquilo” na legenda.
“O partido está organizado, está com suas contas em dias, eu peguei que estava com bastante dificuldade em termos de multas, e a gente colocou praticamente em dias. Tem poucas coisas, ainda parcelamentos antigos que foram feitos, então ele [Taques] vai ter bastante tranquilidade”, disse nesta terça-feira (13) à imprensa.
“Eu sempre tive uma tranquilidade dentro do partido e quis sair pela porta da frente. Consegui sair pela porta da frente falando dos meus motivos, dos meus encaminhamentos, então estou bastante tranquilo”, acrescentou.
“Trava”
Max reforçou sua saída e disse que tentou deixar o PSB em junho de 2025, mas não conseguiu a carta de anuência da direção nacional da legenda. O presidente da AL comentou o boato de que Taques queria “segurar” os vereadores dentro do partido, não os liberando para seguir o deputado na mudança para o Podemos.
“É bom alguém tocar o partido, se não fosse ele [Taques] seria outro, então alguém teria que assumir. Eu estou indo para o Podemos, eu comuniquei o partido na metade do ano passado falando da minha saída, até porque eu sempre tive as portas abertas”.
“Os vereadores que queriam sair acabaram saindo, acho que ninguém segura ninguém em partido, partido é construção, é você ter alinhamento político. Tem a fidelidade partidária, os vereadores não podem sair. Como eu que queria sair em junho, não consegui a carta, vou sair somente em março, então a lei é essa. A lei tem que ser seguida e os vereadores vão poder sair em março de 2028”, encerrou.
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