O vereador Rafael Ranalli (PL) criticou a ação interposta pela Associação da Parada do Orgulho LGBTQIA+ de Mato Grosso contra lei que restringe atletas trans em competições esportivas em Cuiabá.

Segundo ele, o grupo busca “holofote” após a pauta ter tido repercussão nacional. Ele defendeu que o sexo biológico seja o único critério para definição do gênero em competições esportivas.
“Vejo que buscam só holofote, porque viram que a nossa legislação deu mídia nacional, repercutiu no Brasil inteiro. Cientificamente, a compreensão física, fisiológica e biológica do homem é diferente, é natural que um homem seja mais forte que uma mulher. Entãom não é justo que o João vire Sheila para competir com a Maria”, disse ele ao MidiaNews.
De acordo com a ação, a lei é inconstitucional, pois invade competência privativa da União para legislar sobre normas gerais de desporto. Em validade desde que foi sancionada em 15 de setembro, a lei prevê ainda multas de R$ 5 mil a entidades ou organizações que descumprirem a regra.
Indenização
Além de pedir para que a lei seja suspensa por inconstitucionalidade, a associação também pede a condenação do Município ao pagamento de R$ 600 mil em danos morais coletivos. Segundo o pedido, o valor da indenização deverá ser revertido para entidades sem fins lucrativos que atuem no combate à violência e à discriminação contra pessoas trans, com destinação a projetos de inclusão esportiva e ações educativas.

Ranalli classificou o valor como “agressivo”. Segundo ele, é um direito do grupo querer derrubar a lei, mas não é justo fazer o contribuinte pagar pelos danos.
“O meu medo é fazerem isso [entrarem com a ação] não para defender ninguém, mas para se aparecer. E quando vem falar que querem uma indenização de R$ 600 mil da Prefeitura, é agressivo”.
“Acredito que eles querem um espaço e aparecer ao pedir R$ 600 mil. O direito de tentar derrubar a lei faz parte, mas não ‘judiar’ do município de Cuiabá, do contribuinte, para pegar por uma lei que foi criada”, completou.
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5 Comentário(s).
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| CLOVIS ARANTES 25.09.25 12h58 | ||||
| O vereador tem sistematicamente atrás de seus projetos ( de ódio) tentando colocar a população LGBT como pessoas não dignas de direitos , quando o vereador que só deseja palco para preparar sua candidatura a Deputado , o mesmo agora tenta dizer que o valor vai penalizar a população , a população já e penalizada por ter que pagar seu salário na câmara , nos apresente algo concreto proposto pelo mesmo , que não seja destilar o ódio a população LGBT! | ||||
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| Manoel 25.09.25 08h55 | ||||
| No meu mais modesto entendimento vejo com clareza a sustentação do vereador, vejo que cada um escolhe como quer viver e se quiser mudar de sexo para se sentir melhor tudo bem e defendo porem querer competir com aquele que nasceu e muito desacordo. Nasceu Jose e quer viver como Sheila e competir fisicamente com Maria vai levar vantagem a não ser que maria seja uma profissional , assim mesmo e errado. PARABENS VEREADOR OELA CORAGEM E INICIATIVA | ||||
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| MARCOS 25.09.25 08h49 | ||||
| Não concordo com a maioria das ações e pensamentos deste vereador da extrema direita que idolatra tdo que o bolsonarismo falta MAS NESSE PONTO CONCORDO a iniciativa da lei a diferença biológica é natural o homem ele vai sobressair fisicamente contra a mulher não tem nem discução. O fato da pessoa conseguir alterar seu registro civil não dá o direito dela competir com a mulher geneticamente comprovada. Pergunto você deixaria sua filha competir judô com uma mulher trans? | ||||
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| Wanderley 24.09.25 14h28 | ||||
| Vamos imaginar que duas pessoas do grupo LGTBQIA+, ( pessoa A e pessoa B) possuem duas equipes de futebol feminino. PESSOA A, tem uma equipe 100% feminina, e PESSOA B, tem equipe formada por 50% mulheres de sexo biológico e 50% homens, que de repente, colocaram em suas mentes, que à partir de então se declara mulher. Qual equipe levaria vantagem????? Sou 100% contra qualquer tipo de PRECONCEITO, mas sem HIPOCRISIA. | ||||
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| Neto 24.09.25 14h26 | ||||
| concordo....o atleta trans levaria vantagem | ||||
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