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15.02.2026 | 17h25 Tamanho do texto A- A+

Resistências internas a WF estão cada vez menores, diz vereador

Rafael Ranalli defendeu que o partido não abra mão de lançar candidatura própria ao Governo

Victor Ostetti/MidiaNews

O vereador Rafael Ranalli, que defendeu candidatura de Wellington Fagundes

O vereador Rafael Ranalli, que defendeu candidatura de Wellington Fagundes

GIORDANO TOMASELLI
DA REDAÇÃO

O vereador Rafael Ranalli (PL) afirmou que a candidatura do senador Wellington Fagundes (PL) ao Governo do Estado está cada vez mais consolidada dentro do grupo político.

 

O que o PL não pode abrir mão é de encabeçar a chapa, de ser o número a ser digitado.

Segundo ele, após receber a bênção do presidente nacional do partido, Valdemar da Costa Neto, a resistência ao nome do senador diminuiu, embora ainda exista. Ranalli reconheceu que há integrantes da legenda simpáticos à eventual candidatura do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), a quem fez elogios.

 

“Eu acho que já diminuiu bastante a resistência interna ao nome do Wellington. Também seria ignorância da minha parte dizer que não existe. A gente sabe que tem muitos ali que são afeiçoados à candidatura do Pivetta. Eu também considero o Pivetta um cara extraordinário e parceiro”, disse em entrevista ao MidiaNews.

 

O vereador defendeu que o partido não abra mão de lançar candidatura própria ao Governo após o desempenho nas eleições de 2024. Na ocasião, o PL venceu em cinco das maiores cidades do Estado e passou a governar municípios que concentram cerca de 60% da população mato-grossense.

 

“O que o PL não pode abrir mão é de encabeçar a chapa, de ser o número a ser digitado. Porque Mato Grosso votou, nas últimas eleições, mais de 60% no PL. Então, não dá para perder esse campo de voto". 

 

“Eu sou do PL, não quero perder esse voto de legenda. Não é certo que os nossos correligionários peçam voto para alguém que não esteja no 22”, acrescentou.

 

Reunião com Bolsonaro

 

Ranalli afirmou acreditar que a reunião entre o ex-presidente Jair Bolsonaro e Wellington, marcada para o dia 7 de março, na Papudinha — onde Bolsonaro está preso — poderá ser decisiva para consolidar a candidatura. Segundo ele, caso haja manifestação pública de apoio, o nome do senador tende a se firmar de vez dentro do partido.

 

“Depois dessa reunião, apazigua quem é candidato e quem não é. Essa ideia de integrantes do PL não acompanharem o Wellington tem esfriado cada vez mais". 

 

Ele ainda reforçou a importância de alinhamento interno à liderança partidária.

 

“As pessoas dizem: ‘Ah, eu escuto o Bolsonaro, sigo o Bolsonaro, mas essa ordem eu não vou acatar, essa eu não gostei’. Ué, que soldado é você? Mandou, irmão, é ordem. Cumpra!”, concluiu.

 

Veja:

 

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