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06.04.2026 | 10h10 Tamanho do texto A- A+

Sigla de Max fecha nomes e quer eleger 2 federais e 6 estaduais

Líder do Podemos diz que nomes são testados nas urnas; meta ocorre após o fim da janela partidária

Victor Ostetti/MidiaNews

O presidente do Podemos, deputado Max Russi, que falou sobre a meta eleitoral do partido

O presidente do Podemos, deputado Max Russi, que falou sobre a meta eleitoral do partido

JONAS DA SILVA
DA REDAÇÃO

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi, afirmou que o Podemos vai buscar até duas das oito vagas para a Câmara Federal que o Estado tem direito. No legislativo local, a meta é eleger até seis deputados das 24 vagas. Caso isso ocorra, será a maior bancada.

 

Pelos nomes e potencial de votos que temos, vamos tentar dois. Não é fácil, mas acreditamos no nosso time

A chamada janela partidária encerrou-se na sexta-feira (3) e fez acomodação dos pré-candidatos nas siglas. Cada um foi para o partido que entende que será melhor para se eleger. O prazo da janela partidária é quando deputados estaduais e deputados federais trocam de partidos sem perderem o mandato. O prazo de filiação para concorrer na eleição encerrou no sábado (4).

 

"Na nossa chapa de federal, pelos nomes e potencial de votos que temos, vamos tentar dois. Não é fácil, mas acreditamos no nosso time de pré-candidatos. Claro que vai depender das demais chapas concorrentes", disse ele ao MidiaNews nesta segunda-feira (6).

 

Cada partido deve lançar nove nomes na chapa para a Câmara dos Deputados, sendo três mulheres obrigatórias.

 

Na lista da sigla estão o ex-ministro da Agricultura Neri Geller, o deputado federal Nelson Barbudo, o pastor Marcos Ritella, o ex-secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Allan Kardec, delegado Fred Murta, vereadoras Kalynka Meirelles (Rondonópolis) e Gisa Barros (Várzea Grande) e o ex-prefeito de Querência, Fernando Gorgen.

 

Uma mulher será acrescentada na chapa com prazo de filiação menor do que os seis meses, como prevê a lei eleitoral. Esse critério vale para militares e funções públicas específicas.

 

A lista final de candidatos de fato será definida pelos partidos e federações em convenções partidárias, entre 20 de julho e 5 de agosto.

 

Conforme cálculos da legislação eleitoral e dirigentes partidários, o quociente eleitoral deste ano para eleger deputado federal deve ficar em torno de 230 mil a 250 mil votos. O quociente é quantidade de votos que um partido ou federação precisa ter no mínimo para eleger uma vaga. O presidente do Podemos tem estimativa nesse patamar da quantidade de votos.

 

Assembleia Legislativa

 

O presidente do Podemos disse, ainda, que a sigla lançará chapa completa com 25 nomes para deputado estadual. Além dele, concorrem os deputados Beto Dois a Um e Fábio Tardin, que vieram junto com Max do PSB.

 

“O perfil dos pré-candidatos da chapa favorece. Vamos fazer seis, podendo ser até sete”, disse. Desde o início do ano, ele tinha estimativa de cinco a seis vagas.

 

A meta também ousada de eleição de até seis vagas para a Assembleia Legislativa, diz o presidente do partido, está no perfil dos pré-candidatos.

 

O presidente do Podemos aposta ainda em diversas regiões nas famosas dobradinhas eleitorais de nomes para deputado estadual e deputado federal. Essa estratégia de partidos costuma potencializar a adesão do voto do eleitor e auxilia ambas as chapas.

 

Um dos casos é da jornalista e vereadora Kalynka Meirelles e a primeira-dama de Rondonópolis, Alessandra Ferreira. Entre os nomes do Podemos com bom desempenho também está a candidata à prefeita em Tangará da Serra, empresária e advogada Karen Rocha. Ela foi a terceira colocada no município, com 10,36% dos votos válidos. 

 

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