O senador e pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, Wellington Fagundes (PL), afirmou que a visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tem caráter humanitário, mas também político-eleitoral.

Os dois se encontrarão na manhã do dia 7 de março, um sábado, no 19º Batalhão da Polícia Militar, a “Papudinha”, onde Bolsonaro está preso desde o dia 15 de janeiro.
Segundo Fagundes, a intenção é prestar apoio pessoal ao ex-presidente e, ao mesmo tempo, discutir estratégias políticas do Partido Liberal para as eleições de 2026.
“É uma visita humanitária. Vamos abraçar o companheiro e o presidente Jair Messias Bolsonaro. [...] E também vamos discutir a parte política. Vamos discutir e mostrar para ele que o Flávio Bolsonaro está consolidado, principalmente em Mato Grosso”, disse.
“Que a nossa primeira e maior missão é trabalhar o nome do Flávio como nosso pré-candidato à presidência. E também a minha candidatura como pré-candidato a governador, e a pré-candidatura do José Medeiros de senador, além da nossa chapa de federal e estadual”, acrescentou.
O pedido para o encontro foi feito pelo próprio ex-presidente e autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Bolsonaro está preso há seis meses – entre prisão domiciliar e reclusão.
Chapa ao Senado
Conversas de bastidores dão conta de que será Bolsonaro, presidente de honra do PL, que indicará os dois suplentes da chapa ao Senado encabeça pelo deputado federal José Medeiros.
Questionado sobre o assunto, Wellington disse que o assunto também será colocado à mesa e citou o nome do empresário Odílio Balbinotti (PL), como possível primeiro-suplente na chapa.
“Vamos conversar com o presidente Bolsonaro sobre isso: como melhor formar a chapa em mato Grosso. O Odílio Balbinotti já colocou a possibilidade de ser, também, suplente do Medeiros. O Odílio é uma pessoa que está no PL, ajudando o partido a muito tempo, e pode ser ele, como também pode ser outro nome”, disse.
Na eleição de 2024, Odílio foi o maior doador individual desembolsando mais de R$ 1,2 milhão para candidatos e siglas ligados ao bolsonarismo.
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