A briga travada na Justiça entre o cantor Júnior Lima, irmão de Sandy, e o empresário Décio Yoshimoto tem dado o que falar. Revelada pela coluna Fábia Oliveira, a disputa envolve um imóvel alugado pelo músico e um débito de cerca de R$ 100 mil. Para você ficar por dentro da história, a coluna esclarece todos os pontos.
O que aconteceu?
Primeiro de tudo, vale explicar como a treta começou. O processo foi iniciado pelo empresário Décio Yoshimoto, que afirmou ter alugado um imóvel para Júnior. Na ocasião, seus pais, Xororó e Noely, apareceram como fiadores contratuais.
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Porém, segundo o empresário, os problemas começaram quando o músico decidiu rescindir o contrato antecipadamente, sem cumprir o tempo mínimo de permanência acordado, com a justificativa de que o local era “inabitável” por causa de umidade e bolor persistentes, danosos à saúde.
Diante disso, Yoshimoto solicitou judicialmente que Júnior e seus fiadores, no caso seus pais, paguem o débito de aproximadamente R$ 100 mil. À Justiça, o trio se defendeu, disse que a multa contratual cobrada é indevida e pediu que a cobrança seja paralisada até que suas alegações em recurso sejam apreciadas e julgadas.
Perícia
Segundo os documentos obtidos com exclusividade pela coluna, o juiz responsável pelo caso determinou que seja realizada uma perícia no local. Segundo o magistrado, o especialista deverá responder se as infiltrações e o mofo relatados no imóvel têm origem estrutural ou se decorrem de fatores externos.
Deverá, ainda, esclarecer se a propriedade representava, ou não, risco à saúde ou inabitabilidade, quando Junior Lima e sua família deixaram o local, além de informar se é possível aferir se os vícios já existiam quando o aluguel foi formalizado.
Testemunhas
Já nesta quinta (19/2), o empresário Décio Yoshimoto fez um pedido à Justiça solicitando que testemunhas sejam ouvidas no caso contra o irmão de Sandy. Além de declarar ciência quanto à determinação do juiz quanto à prova pericial, o autor da ação reforçou a necessidade de produzir provas testemunhais, ou seja: ele quer também que testemunhas sejam ouvidas.
Ele afirma que as testemunhas são essenciais para definir o real estado físico da propriedade durante o contrato de locação. Décio sustenta que as pessoas que frequentaram a antiga residência, que era alugada pelo artista, poderão atestar que o local não se tornou inabitável e que sua estrutura estava devidamente preservada.
Além disso, o autor alega que os depoimentos serão valiosos para clarificar em que estado Júnior deixou o imóvel depois de entregar suas chaves. Yoshimoto afirma, ainda, que a oitiva das testemunhas evidenciará que os danos reportados pelo cantor resultaram de um uso inadequado ou de uma tentativa de esquivar da multa pela rescisão antecipada do contrato.
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