Sonia Moura, mãe de Eliza Samudio, usou as redes sociais neste doming (22/2), para prestar uma homenagem à filha, que completaria 41 anos na mesma data.
A modelo foi assassinada em 2010. Bruno Fernandes, conhecido como goleiro Bruno, foi condenado por homicídio triplamente qualificado, sequestro e ocultação de cadáver. Inicialmente, recebeu pena de 22 anos de prisão, posteriormente reduzida para 20 anos e 9 meses.
Homenagem
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Em seu perfil, Sonia compartilhou uma mensagem lembrando a data. “Eliza, minha filha querida, hoje é um dia muito difícil, mas também é um dia de celebração. Você completa 41 anos, e eu não posso deixar de pensar em como a vida seria diferente se você estivesse aqui conosco”, escreveu.
Na sequência, ela falou sobre a saudade e a dor da perda. “São quase 16 anos que você partiu, e a saudade é imensa. A dor é profunda, mas eu sei que você está em um lugar melhor, onde não há mais ódio, não há mais raiva, não há mais dor.”
A mãe também ressaltou as características da filha e afirmou que essas lembranças lhe dão forças para seguir em frente. “Hoje, eu quero te dizer que você continua viva em meu coração. Sua memória é uma chama que arde forte, e eu vou continuar a alimentá-la com amor e carinho.”
Ao final da homenagem, Sonia mencionou o neto, Bruninho. “Eu sei que você está olhando por mim, por Bruninho e por todos que te amam. E eu quero que você saiba que estamos bem, que estamos seguindo em frente e que estamos fazendo o melhor que podemos. Feliz aniversário, Eliza! Você é amada, você é lembrada e você é para sempre em meu coração.”
Relembre o caso
De acordo com a denúncia, Bruno não queria pagar pensão ao filho e teria elaborado um plano para matar Eliza Samudio com a ajuda do amigo Luiz Henrique Romão, conhecido como Macarrão, e de Marcos Aparecido dos Santos, chamado de Bola, apontado como o executor. Ambos também foram condenados.
O corpo de Eliza nunca foi encontrado. Em 28 de janeiro de 2013, foi emitida a certidão de óbito da modelo, que aponta como causa da morte asfixia mecânica com emprego de violência.
O goleiro permaneceu cerca de sete anos em regime fechado, desde a detenção, em 2010, até ser colocado em liberdade, em 2017.
Veja:
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